Respeitar para ser respeitado
Para mim, o supra-sumo deste episódio é assimilar o que a própria Liza Simpson aprende ao defender o não consumo de animais: tolerar a opção dos outros, respeitar para ser respeitada.
28/8/2012 Sem comentários
Método DeRose: um tempo para você a qualquer hora e em qualquer lugar
Fundamentado no conceito original de resgate coreográfico do Método DeRose, a realização artística deste vídeo pretende renovar a beleza do movimento numa experiência visual repleta de contrastes sensoriais. O filme aspirou recriar um ambiente citadino para transmitir uma imagem de dispersão, ruído, confusão, mas onde o indivíduo, em constante construção e evolução encontra energia, força, flexibilidade, estabilidade, harmonia e equilíbrio no seu quotidiano, adaptando-se à Natureza que lhe é mais próxima. Coreografia e ideia concetual de Marco Da Silva – Profissional do Método DeRose Realização e produção de Daniel José e Xavier Cardeiro Facebook – http://www.facebook.com/profile.php?id=1841165449
25/1/2012 Sem comentários
A Missão do Yôgin
Zelar pelo nosso bom nome e pela nossa boa imagem
Quer o aluno, quanto o instrutor embora de forma diferenciada, possuem uma missão.
A mais preciosa e nobre missão do praticante é zelar de forma ativa, pelo bom nome e pela boa imagem da filosofia que preconiza, do seu instrutor, monitor, Mentor e da sua escola.
Esta atitude é revelada através de ações efectivas (Pújá Karman).
Estas acções efectivas são realizadas essencialmente através de dois aspectos:
- O primeiro é a atitude. O seu comportamento espelha a imagem do seu instrutor, escola e do Método ou filosofia que preconiza. É assim, importante que manifeste uma atitude elegante, cordial, simpática, educada e honesta em todas as suas interacções. Como praticante, estudioso e aluno, lembre-se que é, o nosso cartão de visita. As suas condutas são a imagem da nossa Cultura. Pois é na observação das suas atitudes e comportamento, que as pessoas nos vão avaliar de forma positiva ou negativamente.
- O segundo é o esclarecimento. Não pretendemos doutrinar ninguém, o que fazemos é esclarecer sobre alguma desinformação, e em outro tipo de situações, até aconselhar. Responder sempre de forma civilizada e simpática, perante um ponto de vista distorcido, ainda que, com um tom de ironia na voz, ou com tendência para a agressão ou para a discussão. Ao tomar esta atitude, não só ,está a prestar um serviço à filosofia, ao Mentor ou à sua escola, como também, está a prestar um serviço que constitui patrimônio cultural da Humanidade.
Mas para poder elucidar, defender e esclarecer o que afirma, é necessário deter conhecimento para poder passar informações fidedignas, sem hesitações. Para tanto, aconselhamos que leia e releia os livros por nós recomendados.
Uma outra opção, é portar alguns exemplares do livro de bolso: «Método DeRose, Qualidade de vida», no seu carro, local de trabalho, etc. Este pequeno livro contém muita informação relevante, que foi escrito precisamente para elucidar distorções por falta de informação.
“A Luz não deve temer a Treva,
Pois quando as duas se confrontam
É sempre a claridade que faz a escuridão recuar
E nunca o contrário.”
DeRose
15/3/2011 Sem comentários
Karma – ação e reação
Leia a seguir um pequeno trecho da obra Karma e Dharma, do escritor DeRose:
“Se conhecermos os mecanismos que regem o dharma e o karma, teremos quase total domínio sobre a nossa vida e o nosso destino. Aliás, podemos definir karma como um destino maleável, que modificamos a cada minuto em virtude das nossas ações, palavras e pensamentos. Estamos o tempo todo a tecer nosso futuro imediato e distante.
Cada ação (karma=ação) protagonizada gera inexoravelmente uma reação, ainda que a ação inicial tenha sido apenas palavra ou pensamento. Então, devemos tomar muito cuidado com o que dizemos e com o que pensamos, não por uma razão meramente moral, mas por saber que não haverá como furtar-nos à responsabilidade das consequências.”
Para Download do livro Karma e Dharma, DeRose, Ed. Nobel – clique aqui
Imagem retirada do site: http://www.deaddog.com/?p=19290
24/1/2011 Sem comentários
Shiva Natarája Nyása na Ilha do Mel
Neste final de semana participei de um dos eventos mais lindos do Método DeRose: Shiva Natarája nyása na Ilha do Mel.
Este é um evento organizado pela Federação do Método DeRose do Paraná em que, além do lindo visual da ilha, do reforço do sentimento gregário e do cardápio maravilhoso, o ápice é a prática conduzida pela Professora Maria Helena Aguiar.
O Shiva Natarája nyása é práticado à noite, em contato com a natureza, sob a luz das estrelas em um círculo de velas e tochas… inesquecível.
Tive o prazer de ministrar uma prática de 1h30 de duração para os queridos alunos e instrutores que lá estavam. Pude práticar com o querido Instrutor Guilherme Nunes que admiro tanto.
Foi um fim de semana indescritível. Conheci muitas pessoas queridas, reforcei os laços de amizade com amigos já antigos e certamente voltarei.
Fica aqui meu pújá à Professora Maria Helena: conte comigo.
Meu agradecimento ao tão querido casal: Karla Juliane e Malachini. Obrigada pela confiança.
- Fotos de Cristiane Aguiar Gomes.
30/11/2010 Sem comentários
Método DeRose no mundo todo
Se estiver recebendo por email, clique aqui para ver o vídeo no blog.
25/11/2010 Sem comentários
Método DeRose, você sabe o que é?
O Método DeRose é uma Cultura, uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas corporais que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.
Veja aqui a entrevista com DeRose sobre este estilo de vida!
Quadros sinóticos feitos por
Vernon Maraschin, Diretor da futura Unidade Vila Madalena, São Paulo
31/3/2010 Sem comentários
Prática de SwáSthya (em dez minutos)
Veja mais no site do Instrutor Marco Carvalho
4/3/2010 Sem comentários
Texto de homenagem aos 50 anos de magistério do Educador DeRose
Se fosse possível sair a pé de nosso planeta – e se andássemos durante tempo o suficiente, com a felicidade da direção correta – chegaríamos, em algum momento, à estrela chamada Proxima Centauri.
Excluindo-se o Sol, ela é a estrela que mais perto está de nós.A 4 anos luz daqui. Isto é: se viajássemos na velocidade da luz, ainda assim, demoraríamos 4 anos para atingi-la.
Andar esses 40 trilhões de quilômetros, ainda que a passos largos e rápidos, sem pausas para dormir e comer, levaria, arredondando, um bilhão de anos.
Creio que ninguém nesta sala viverá o suficiente para assistir a tal prodígio.
Ainda assim, convido você a imaginar um viajante solitário a percorrer esse espaço assombrosamente vazio durante tal tempo: não cem anos de solidão, mas um bilhão.
De vez em quando, ele confere o mapa que traçou, o caminho que deixou e o que virá. E, sem perder mais tempo, segue em frente.
Visualize o esforço, perpetuado por mil vezes mil vezes mil anos, para chegar a esse lugarejo chamado Proxima Centauri. Que é apenas a modesta primeira parada de um Universo tão amplo que nos é impossível abarcar, mesmo com os pensamentos mais grandiosos.
O trabalho do homem que escreve e educa é assim, por vezes. Solitário.
Tanto quanto o desse nosso personagem que, agora há pouco, imaginamos. Embora, é claro, nossa vida esteja limitada a cem, cento e cinquenta anos, sendo-se muito mais otimista do que permitem as últimas estatísticas.
No entanto, para esse homem, de fato determinado e comprometido com o que professa, um bilhão de anos cabem, sim, em 50. Cabem em um segundo, se preciso. Cinquenta anos são muito tempo e, paradoxalmente, são pouco.
Esse homem, assim, é aquele que palmilha primeiro o caminho que gostaríamos de ter percorrido e que, com a tutela de suas palavras, assim percorremos.
É o que usa as exatas frases, dizendo antes aquilo que nem sabíamos que gostaríamos de ter dito. E aglutina homens e mulheres, pessoas que querem chegar a algum lugar, em torno daquilo que diz e daquilo que escreve.
Compartilha, desso modo, uma saga, então sua, mas que, agora, é também nossa. Nossa Saga.
Ele enfrenta com antecedência as distâncias, para que nós, seus parceiros de humanidade, nos percebamos tão próximos quanto possível. E não distantes como o viajante solitário de que falávamos no início. Na ficção, os lugares assim são inúmeros: por vezes, estamos juntos em Pasárgada; outras vezes, Terra do Nunca, Oz, Macondo, Metrópolis.
Porém quando o escritor traz em si também a figura do educador, como é o caso, ainda outro fenômeno se dá: esse lugar onde nos reunimos, que na ficção é imaginário, se transforma em aqui e agora, em algo palpável. Esta sala, esta cidade, este planeta, este universo. Aquele que educa, ao mínimo gesto transformador, apaga as fronteiras.
Ao apagá-las, curva o espaço e o tempo. As pontas da linha que une o ontem distante e um amanhã antes improvável se tocam neste neste exato momento. Latitudes e longitudes diversas se estreitam em um único ponto.
DeRose faz, assim, 50 anos nesse papel. Ao olhar em torno de si, nessa longa jornada, vê os rostos de outros que compartilham de seus valores e ideais. Entre o ponto de partida e agora, outros passos ecoaram e ecoam ao lado dos seus. Inúmeros ainda virão.
A estrela mais próxima está 4 anos-luz daqui. Um homem, sozinho e a pé, levaria para chegar até ela 1 bilhão de anos. Poucos homens podem dizer que em 50 conquistaram tão numerosos semelhantes, dispostos a compartilhar a caminhada para objetivos que se supunham ainda mais distantes que isso.
DeRose, nesses 50 anos de magistério, nos mostrou que para nós, unidos, as estrelas estão, na verdade, ao alcance da mão.
Escrito por Alessandro Martins.
Lido pelo Prof. Jóris Marengo como homenagem ao educador DeRose no Evento Paramparaná 2010.
1/2/2010 3 comentários
Afinal, o que é a meditação?!
Dhyána é uma técnica ancestral utilizada no Método DeRose para que a consciência se expresse através de um canal mais sutil, que está acima da mente, o intuicional. Essa técnica é bastante conhecida como meditação, embora esse termo não seja exato. O dicionário define meditar como pensar, refletir sobre algo. Mas para fazer com que a consciência flua pelo veículo intuicional é preciso neutralizar o organismo mental, ou seja, parar de pensar. Praticamente o mundo todo, inclusive a Índia, chama de meditação (pensar, refletir) a técnica que consiste em parar de pensar!
Esse estado de consciência (dhyána) é, na verdade, um tipo de intuição. A intuição é como um flash de uma câmera fotográfica que ocorre em uma fração de segundos. Mas com a prática constante e diligente é possivel desenvolver uma outra forma de intuição que se manifesta como o flash de uma filmadora, que se acende e permanece aceso por um tempo maior. Dessa forma consegue-se manter a consciência fluindo voluntariamente por mais tempo.
Essa definição perfeita para o termo sânscrito dhyána é denominada intuição linear. Porém, não a utilizamos, já que ninguém (exceto você!) saberia a que queriamos nos referir. Portanto, vamos utilizar o termo meditação, que embora inexato, é aceito universalmente.
Mas por que precisamos parar de pensar para meditar?
No nosso estudo do fenômeno de consciência expandida, precisamos compreender que o ser humano é constituído por uma série de veículos ou corpos, com diferentes coeficientes de densidade. São eles: corpo físico, corpo emocional, corpo mental, corpo intuicional e outros.
No universo, sempre o mais denso eclipsa o mais sutil. Por exemplo, se olharmos para o céu durante o dia, não veremos as estrelas embora elas estejam lá. Isso porque a luz do sol (mais intensa) eclipsa a luz das estrelas (mais sutil).
Da mesma forma que ocorre com as estrelas e o sol, o corpo físico, por ser mais denso que o emocional, tende a eclipsar as emoções. Por exemplo, a prática de esportes onde o corpo físico solicita a atenção da consciência não é o momento ideal para desfrutar de um romance, uma atitude emocional. Se a consciência estiver fluindo pelo canal físico a manifestação das emoções fica comprometida. Da mesma forma que o corpo físico (mais denso) eclipsa o emocional (mais sutil), o emocional que é mais denso que o mental, eclipsa a mente. Tente por exemplo estudar quando estiver emocionado por paixão ou por ciúmes. Provavelmente não renderá muito naquela atividade intelectual, pois não há lucidez mental quando se está emocionado. E assim ocorre com o corpo mental (mais denso) eclipsando o intuicional (mais sutil), onde se processa a verdadeira meditação. Noutras palavras, se a mente não parar de pensar, a intuição nao fluirá e a meditação nao ocorrerá.
Na prática da meditação o que queremos é desligar os circuitos mais densos (físico, emocional, mental) e deixar a consciência fluir por um canal mais sutil, mais profundo, o intuicional. Quando aquietamos os canais mais densos e permanecemos sem bombear registros de fora pra dentro conseguimos inverter o fluxo da percepção e fazer aflorar o que está em nosso interior. É ai que ocorre o auto conhecimento!
Driano Marsili – Instrutor do Método DeRose – driano@metododerose.org
www.metododerosecabral.com.br/blog
28/1/2010 Sem comentários











