Tudo Sobre o Método DeRose em Curitiba
Imagens aleatórias... atualize para ver mais!

Ahimsá: Não-agressão

No post ética na tradição do Yôga, apresentei as prescrições e as proscrições éticas fundamentais a serem observadas pelo yôgin.

Mostrei que são 10 no total, divididas em dois grupos de 5:

5 regras são proscritivas, baseadas no não fazer – yamas

  • ahimsa: a não-agressão
  • satya: a verdade
  • astêya: não roubar
  • brahmácharya: a não dissipação da sexualidade
  • aparigraha: a não-possessividade

5 regras são prescritivas, baseadas no fazer – niyamas.

  • sauchan:a limpeza
  • santôsha: o contentamento
  • tapas: a auto-superação
  • swádhyáya: o auto-estudo
  • íshwara pranidhána: a auto-entrega

Num outro post, explanei sobre uma das regras do segundo grupo, para ser observada portanto, Tapas: esforce-se, mas sem forçar.

Hoje indicarei um post que fala sobre a norma da não-agressão: Ahimsá.

Leia no blog  Livre Pensar do Yôga, o texto do Instr. Fábio Euksuzian: Esclarecimentos sobre o tão violentado ahimsá.

Um trecho para ilustrar:

Em minha opinião, ahimsá é, antes de mais nada, um intenso treinamento de tapas, termo sânscrito que significa literalmente calor, arder, mas que comumente é traduzido como auto-superação, pois designa em um certo sentido, um controle sobre nossos condicionamentos. Por exemplo, desde crianças aprendemos, muito mais pela observação (e essa é uma das mais eficazes técnicas de ensino) que é normal e natural fofocar sobre a vida alheia, espargir maledicências sem necessidade, odiar o trabalho que nos dá sustento, reclamar o tempo todo de tudo e de todos, desejar que o outro esteja sempre um degrau abaixo de você, fazer mecanicamente o que não se gosta, e por final, aniquilar qualquer bichinho que cruze o nosso caminho (quem quando criança, nunca pisoteou uma formiga ou exterminou um tatu bola, simplesmente porque era o que todos faziam?). Enfim, todas as situações acima são graus diferentes da não observância de ahimsá. Portanto, para que o nosso voto seja realmente verdadeiro e transformador com relação aos animais, ele deve estar perpetrado amorficamente em nossos corações, sem qualquer restrição ou pré-conceitos, passando por pensamentos, palavras, ações e hábitos. Não pense que a tarefa é fácil, pois não é, e digo isso por experiência própria.


Leia também:

  • Ética na tradição do Yôga
  • Tapas: esforce-se! Mas sem forçar…
  • Sem comentários

    Não há comentários ainda ...

    Seja o primeiro.

    Deixe um comentário