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Ásanas: firmes, estéticos, confortáveis, agradáveis, estáveis

O Alessandro publicou em seu blog Eu Pratico Yôga um texto em que fala como encara hoje sua prática de ásanas:

Quando eu era um praticante muito inexperiente chegava ao máximo da posição logo no início da permanência (o método que eu pratico enfatiza a permanência e exclui a repetição). Se a permanência fosse longa, rapidamente a posição ficava desconfortável. Em vez de me fazer sentir prazer, fazia-me sentir desconforto.

(…)

E não tem jeito. Se não é confortável não é ásana. Se não é estável, também não. Isso não quer dizer, por outro lado, que você não deva buscar o aumento de seus limites de maneira orgânica, constante e disciplinada.

Gostei muito, porque ele observa a definição de ásana, que diz que a posição deve ser firme e agradável. Se perder estas características, que abarcam também a estética, o conforto e a estabilidade, deixa de ser ásana.

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