Tudo Sobre o Método DeRose em Curitiba
Imagens aleatórias... atualize para ver mais!

Categoria — comportamento

Método DeRose: um tempo para você a qualquer hora e em qualquer lugar

Fundamentado no conceito original de resgate coreográfico do Método DeRose, a realização artística deste vídeo pretende renovar a beleza do movimento numa experiência visual repleta de contrastes sensoriais. O filme aspirou recriar um ambiente citadino para transmitir uma imagem de dispersão, ruído, confusão, mas onde o indivíduo, em constante construção e evolução encontra energia, força, flexibilidade, estabilidade, harmonia e equilíbrio no seu quotidiano, adaptando-se à Natureza que lhe é mais próxima. Coreografia e ideia concetual de Marco Da Silva – Profissional do Método DeRose Realização e produção de Daniel José e Xavier Cardeiro Facebook – http://www.facebook.com/profile.php?id=1841165449

25/1/2012   Sem comentários

A Missão do Yôgin

Zelar pelo nosso bom nome e pela nossa boa imagem

Quer o aluno, quanto o instrutor embora de forma diferenciada, possuem uma missão.

A mais preciosa e nobre missão do praticante é zelar de forma ativa, pelo bom nome e pela boa imagem da filosofia que preconiza, do seu instrutor, monitor, Mentor e da sua escola.

Esta atitude é revelada através de ações efectivas (Pújá Karman).

Estas acções efectivas são realizadas essencialmente através de dois aspectos:

- O primeiro é a atitude. O seu comportamento espelha a imagem do seu instrutor, escola e do Método ou filosofia que preconiza. É assim, importante que manifeste uma atitude elegante, cordial, simpática, educada e honesta em todas as suas interacções. Como praticante, estudioso e aluno, lembre-se que é, o nosso cartão de visita. As suas condutas são a imagem da nossa Cultura. Pois é na observação das suas atitudes e comportamento, que as pessoas nos vão avaliar de forma positiva ou negativamente.

- O segundo é o esclarecimento. Não pretendemos doutrinar ninguém, o que fazemos é esclarecer sobre alguma desinformação, e em outro tipo de situações, até aconselhar. Responder sempre de forma civilizada e simpática, perante um ponto de vista distorcido, ainda que, com um tom de ironia na voz, ou com tendência para a agressão ou para a discussão. Ao tomar esta atitude, não só ,está a prestar um serviço à filosofia, ao Mentor ou à sua escola, como também, está a prestar um serviço que constitui patrimônio cultural da Humanidade.

Mas para poder elucidar, defender e esclarecer o que afirma, é necessário deter conhecimento para poder passar informações fidedignas, sem hesitações. Para tanto, aconselhamos que leia e releia os livros por nós recomendados.

Uma outra opção, é portar alguns exemplares do livro de bolso: «Método DeRose, Qualidade de vida», no seu carro, local de trabalho, etc. Este pequeno livro contém muita informação relevante, que foi escrito precisamente para elucidar distorções por falta de informação.

A Luz não deve temer a Treva,

Pois quando as duas se confrontam

É sempre a claridade que faz a escuridão recuar

E nunca o contrário.”

DeRose

Texto extraído do livro Tratado de Yôga

15/3/2011   Sem comentários

Shiva Natarája Nyása na Ilha do Mel

Neste final de semana participei de um dos eventos mais lindos do Método DeRose:  Shiva Natarája nyása na Ilha do Mel.

Este é um evento organizado pela Federação do Método DeRose do Paraná em que, além do lindo visual da ilha, do reforço do sentimento gregário e do cardápio maravilhoso, o ápice é a prática conduzida pela Professora Maria Helena Aguiar.

O Shiva Natarája nyása é práticado à noite, em contato com a natureza, sob a luz das estrelas em um círculo de velas e tochas… inesquecível.

Tive o prazer de ministrar uma prática de 1h30 de duração para os queridos alunos e instrutores que lá estavam. Pude práticar com o querido Instrutor Guilherme Nunes que admiro tanto.

Foi um fim de semana  indescritível. Conheci muitas pessoas queridas, reforcei os laços de amizade com amigos já antigos e certamente voltarei.

Fica aqui meu pújá  à Professora Maria Helena: conte comigo.

Meu agradecimento ao tão querido casal: Karla Juliane e Malachini. Obrigada pela confiança.

- Fotos de Cristiane Aguiar Gomes.

30/11/2010   Sem comentários

Estas defesas nos protegem?

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Creative Commons License photo credit: romulo.filipini

“Acho que acontece o contrário; defendemo-nos de coisas excelentes, fabricando uma casca protetora, verdadeira couraça..”

Todos criamos cascas protetoras, para nos defender dos outros. Bichos cascudos têm pouca mobilidade, e machucam os outros. Uma velha tradição diz que o ser humano faz tudo para ter prazer na vida, e evitar a dor. Verdade?

Normalmente não procuramos demonstrar o amor que sentimos, quando amamos. Amor é ruim? Feio? Dói?
Também evitamos o choro, mesmo quando a vontade é grande. Choro é feio? Dói?
A mulher e o homem apaixonados se encontram.Tem vontade de pegar um na mão do outro, afagar o cabelo, abraçar, olhar nos olhos, puxar o nariz, brincar de faz de conta, manifestar ternura, contentemento, alegria, felicidade. Mas em geral não fazem nada disso.Tolhem os gestos mais espontâneos e ingênuos, que não são feios nem doem. Dariam prazer?

De fato (e INFELIZMENTE) na hora das coisas boas ficamos cheios de dedos. Não sabemos senti-las, muito menos nos entregar a elas. E usamos desculpas para esconder nossa incapacidade. Dizemos: – Não estava na hora.
- Ele não é a pessoa certa.
- O lugar não era adequado.
- O que iriam pensar?
- Não devo, não sou dessas.
Verdade que procuramos prazer e evitamos a dor?

Acho que acontece o contrário; defendemo-nos de coisas excelentes, fabricando uma casca protetora, verdadeira couraça. Os psicanalistas a chamam de defesa psicológica ou mecanismo de fuga ou proteção? Toda casca faz do indivíduo um especialista? Ele sempre responde as incertezas do mesmo jeito. Por isso, torna-se muito capaz numa direção, e incapaz na outra.

Alguns exemplos: o desdenhoso sabe desdenhar espetacularmente, mas sua habilidade termina aí. O orgulhoso é especialista em colcar-se acima das coisas, e incapaz de vivê-las. O gozador tem grande capacidade em rir de tudo, porém, não sente nada de importante, já que tudo é risível. O sério julga o mundo sério demais e achata a vida. Não sabe rir.

O displicente não leva nada a sério, então, não há nada que lhe interessa. A ingênua diz com espanto nos olhos que tudo é novo, mesmo acontecimentos velhos de muitos anos. E não se enriquece com acúmulo das experiências. O cobrador vive exigindo que as pessoas cumpram sua obrigação, com isso elimina a possibilidade (e risco) das respostas espontâneas.

O desconfiado está sempre desconfiado e afasta as coisas boas que interpreta como malévola.
A eterna vítima é técnica em queixar-se, portanto não se arrisca a viver uma situação agradável. O Don Juan transforma a vida numa caçada à mulher, porém é incapaz de amar alguém.

O falador interminável teoriza sobre tudo e não vive, a vida é um dicionário. Esses são só alguns exemplos de cascas. Pois há tantas….e todas dificultam a vida. Como se fossem óculos escuros, impossibilitando a visão do arco-iris.
O cavaleiro medieval, armado de imponente armadura, investe contra o índio nu. Casca e não casca. Quem vai ganhar?

Se for preciso passar por uma ponte estreita (ou seja, por um momento difícil) é quase impossível manter o equilíbrio com a armadura. O índio ganha se surgir um perigo inesperado; como é que o cavaleiro se defenderá? Ele só sabe fazer as coisas de um jeito (é um especialista). O índio ganha. Se acontecer um empurrão (isto é, se as pressões sociais forem muitas), o cavaleiro não resiste e cai. O índio ganha.

Além disso, durante todo o tempo da luta, o encouraçado tem a respiração deficiente. Em conseqüência disso, ele pensa, sente e se mexe mal, pois a casca feita, na verdade, por tensões musculares que prendem, como uma roupa apertada, inibe todas as expansões.

Voltando aos exemplos, como o cavaleiro encouraçado, o desdenhoso, a vítima, o orgulhoso e os outros cascudos, especializados em suas defesas se movem, respiram, se sentem mal, vivem mal. Todo bicho muito cascudo,tartaruga, besouro, morre quando cai de costas. Seria bom aprender esta lição. A casca oprime, limita e sufoca. Nos torna burro em todas as reações que fogem a nossa especialidade. Nos deixa tenso e sem reações de forma que deixamos a vida passar sem ralmente vivê-la, como se passa o tempo.

Autor: J.A. Gaiarsa
Couraça Muscular do Caráter (Wilhelm Reich)

Editora Ágora/ Edição 4 / 1984

Texto encaminhado por Thiago Duarte



7/12/2009   2 comentários

Qualidade de Vida

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by castielli

Post original do Blog do DeRose:

Nossa Definição de Qualidade de Vida:

Síntese: Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar.

Fundamentação, elaborada a partir do texto que o praticante Maurício Waly de Paulo postou como comentário em nosso blog. Ficou assim depois de fazermos alguns ajustes:

Qualidade de vida é suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, é adotarmos hábitos que promovam e mantenham a funcionalidade do corpo, do emocional e do mental, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades, através da boa alimentação, boa forma e boa cabeça – isto é Yôga.

Qualidade de vida é relacionar-se de forma descontraída, ética e responsável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho aos nossos relacionamentos, mediante da adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação – isto é Tantra.

Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, ideais e autoconhecimento – isto é Sámkhya.

Conclusão: qualidade de vida resume-se na proposta de um Yôga de fundamentação Tantra e Sámkhya, isto é, o Yôga Pré-Clássico – SwáSthya Yôga.


Valeu Maurício!!!!!

19/6/2009   1 comentário

Heart Hunters

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Tenho feito com bastante frequência a prática de intronáutica do CD Desenvolva a Sua Mente.

Adaptei essa vivência ao meu cotidiando a ponto de já estar assimilada. Uso o momento de trânsito de uma aula para a outra no período da manhã para realizar esta prática.

É bom demais. Já cedo, tenho a oportunidade de realizar ao mesmo tempo: treinamento de pratyáhára, púja, o reforço das minhas metas a partir de mentalizações, um treinamento de vizualização e por fim meditação.

É interessante peceber que, a cada uma das vezes que pratico, algum aspecto diferente da gravação se evidencia. Ora uma frase soa mais importante, ora o pújá é que se intensifica, outra vez é  a vivência do ásana sem corpo ou a meditação que são melhor aproveitadas.

Hoje de manhã foi um trecho a respeito do nosso posicionamento profissional que me chamou mais a atenção:

Nossa missão como instrutores de SwáSthya Yôga não é doutrinar, nem mudar o pensamento de ninguém. Nossa missão consiste apenas em encontrar aqueles que já pensam da mesma forma e proporcionar a esses o grande presente que é saber que não estão sós, que há mais alguém no mundo que pensa da mesma forma.

Lembrei imediatamente de um trecho do livro Yôga a sério, de que gosto muito.

Head Hunters ou Heart Hunters

A Nossa Cultura não é doutrinária. Entendemos que as pessoas ou já estão prontas para compreender, gostar e valorizar nossas propostas ou jamais estarão. Por isso não acreditamos em catequizar. Dessa forma, posicionamo-nos como head hunters (caçadores de cabeças) ou, melhor ainda, como heart hunters (caçadores de corações). Limitamo-nos a divulgar nossa forma de pensar e agir. Quem se sintonizar com ela, se nos procurar, estaremos de braços abertos.

É bem isso!!!!

Sobre o tema: Agradecimento aos pais (texto para formatura dos instrutores de SwáSthya Yôga do PR em 2008)

22/4/2009   3 comentários

Relações humanas: como o conhecimento de si influencia positivamente na relação que temos com os outros

another.
Creative Commons Licenseborrowed time | demi-brooke

Veja que interessante a perspectiva apontada pelo Prof. Ricardo Mallet a respeito das relações humanas:

a qualidade do nosso relacionamento interpessoal começa pela qualidade do nosso relacionamento intrapessoal. Portanto, é preciso que reconheçamos a grande responsabilidade que nos cabe na construção e na manutenção de nossas relações.

Pode até parecer complexo mas, na verdade, é bastante simples. Para conquistarmos um bom relacionamento com os outros é preciso, primeiramente, que conquistemos um bom relacionamento com nós mesmos.

Leia o texto completo no post  O Simples e o Complexo nas relações Humanas.

22/1/2009   1 comentário

Ahimsá: Não-agressão

No post ética na tradição do Yôga, apresentei as prescrições e as proscrições éticas fundamentais a serem observadas pelo yôgin.

Mostrei que são 10 no total, divididas em dois grupos de 5:

5 regras são proscritivas, baseadas no não fazer – yamas

  • ahimsa: a não-agressão
  • satya: a verdade
  • astêya: não roubar
  • brahmácharya: a não dissipação da sexualidade
  • aparigraha: a não-possessividade

5 regras são prescritivas, baseadas no fazer – niyamas.

  • sauchan:a limpeza
  • santôsha: o contentamento
  • tapas: a auto-superação
  • swádhyáya: o auto-estudo
  • íshwara pranidhána: a auto-entrega

Num outro post, explanei sobre uma das regras do segundo grupo, para ser observada portanto, Tapas: esforce-se, mas sem forçar.

Hoje indicarei um post que fala sobre a norma da não-agressão: Ahimsá.

Leia no blog  Livre Pensar do Yôga, o texto do Instr. Fábio Euksuzian: Esclarecimentos sobre o tão violentado ahimsá.

Um trecho para ilustrar:

Em minha opinião, ahimsá é, antes de mais nada, um intenso treinamento de tapas, termo sânscrito que significa literalmente calor, arder, mas que comumente é traduzido como auto-superação, pois designa em um certo sentido, um controle sobre nossos condicionamentos. Por exemplo, desde crianças aprendemos, muito mais pela observação (e essa é uma das mais eficazes técnicas de ensino) que é normal e natural fofocar sobre a vida alheia, espargir maledicências sem necessidade, odiar o trabalho que nos dá sustento, reclamar o tempo todo de tudo e de todos, desejar que o outro esteja sempre um degrau abaixo de você, fazer mecanicamente o que não se gosta, e por final, aniquilar qualquer bichinho que cruze o nosso caminho (quem quando criança, nunca pisoteou uma formiga ou exterminou um tatu bola, simplesmente porque era o que todos faziam?). Enfim, todas as situações acima são graus diferentes da não observância de ahimsá. Portanto, para que o nosso voto seja realmente verdadeiro e transformador com relação aos animais, ele deve estar perpetrado amorficamente em nossos corações, sem qualquer restrição ou pré-conceitos, passando por pensamentos, palavras, ações e hábitos. Não pense que a tarefa é fácil, pois não é, e digo isso por experiência própria.


13/12/2008   Sem comentários

Etiqueta social no trabalho

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Indico aqui, algumas observações comportamentais básicas aplicadas ao ambiente profissional.

Elas foram retiradas do livro Etiqueta social pronta para usar, de Josué Lemos da Silveira, apresentado para mim pelo Instr. Alexandre Meireles, que hoje, além de amigo de longa data, tenho o prazer de ter como colega de profissão.

Resolvi transmitir estas regras levando em conta que, como praticantes de SwáSthya Yôga, valorizamos muito o nosso tempo e o nosso bem estar.

Como é comum que se passe boa parte do tempo em ambiente profissional,  nada melhor que passar esse tempo da melhor forma possível.

Considero que, se bem aplicadas, estas regras podem evitar muitos contratempos.

Melhor que isso, podem promover sólidas amizades, reforçar o companheirismo profissional, e, por consequência, gerar muitos bons resultados.

Aí vão elas:

  • Cumprimentar os companheiros quando se chega ao trabalho, de forma simpática. Dizer “bom-dia”, “boa tarde”, “como vai?” ou “até logo” é agradável e gera atitudes positivas.
  • Discordar não significa alterar o tom de voz, esbugalhar os olhos, espumar pela boca, bater os pés ou dar murros na mesa. Pelo contrário. Discordar de uma idéia, de uma conclusão ou de uma atitude pode ser feito com firmeza e convicção, mas sem necessidade de descortesia ou agressões.
  • Tratar todos os colegas de trabalho com a mesma simpatia, sem demonstrar preferências pessoais, ajuda a formar grupos sólidos com reciprocidade de confiança.
  • Não formar “panelas”. As famosas “panelinhas” dão margem a conflitos e divisões.
  • Local de trabalho não é lugar de fofocas. O fofoqueiro tende a ser visto com desconfiança  e como mero instrumento de informação e, pela falta de outras qualidades, como alguém que procura ter poder por meio da fofoca. Na verdade, ele não é uma pessoa ética e muito menos em alguém em quem se confia. Quaisquer comentários pessoais e subjetivos devem ser evitados ou restringidos ao máximo, até porque, como diz o ditado popular, “as paredes têm olhos e ouvidos”. É possível que as pessoas que ouviram os comentários os transformem em fofocas ou os usem para prejudicar o seu autor. Se o que vai comentar pode não ser útil, nem bondoso ou verdadeiro, então…não se fala!
  • Lembrar que a melhor comparação que se pode fazer de um local de trabalho é com navios. Se cada um não fizer a sua parte, se todos não se entenderem, se todos não tiverem um objetivo comum, se os integrantes dos grupos não se respeitarem…o navio afunda e leva com ele…todos.
  • Local de trabalho não é lugar para resolver problemas pessoais ou familiares, usá-lo rotineiramente com esta finalidade é inconveniente e gera rejeição.
  • Dedicação e compromisso (não só envolvimento) são os melhores exemplos de profissionalismo.
  • Franqueza demais ou inoportuna pode gerar reações indesejáveis.
  • Para ser agradável e bem-vindo no ambiente de trabalho, deve-se ter atitudes amistosas e simpáticas. Mau humor não ajuda em nada.

13/12/2008   3 comentários

Sutilezas…

Acredito que é de sutilezas que bons relacionamentos se constroem.

Creio piamente que são as sutilezas que tornam indestrutíveis as amizades, os namoros, os casamentos, o relacionamento entre pais e filhos, irmãos e irmãs, entre netos e avós…

São as demonstrações de carinho, sinceras, mas constantes que alimentam esse carinho ainda mais.

Ás vezes este sentimento pode existir, mas se não demonstrado é como se não ocorresse .

Sem demonstrá-lo, ele pode-se tornar esquecido; ele pode ser suplantado por outros sentimentos, mais constantes e não tão positivos.

Não raramente gostamos muito de uma pessoa, mas convivemos tanto com ela que, pequenos atritos, banais e diários, acabam sendo mais constantes do que o carinho demonstrado.

No fim de ano, nos aniversários, em datas convencionadas é que percebemos mais isso.

É quando vamos escrever os cartões, comprar os presentes e sentimos que não conseguimos nos expressar bem que nos damos conta…

Parece que não há cartão tão querido ou presente perfeito para representar o que sentimos…

E realmente não há…

Mesmo que tenhamos o maior carinho do mundo por alguém, expressá-lo só em uma data convencionada  soa oco, parece falso, mesmo que não seja…

O medo de artificialidade ou de cair no lugar comum é por que essa expressão não deveria ter data para acontecer…

Achei lindo quando vi a figura acima, um pacote de lanche comum, cotidiano, completamente corriqueiro, mas pintado por alguém…para alguém…

Imaginei a felicidade de uma criança abrindo sua lancheira e vendo seu sanduba com uma carinha feliz, ou uma avó recebendo numa segunda-feira bem comum flores e um cartão…são essas coisa que fazem emocionar…são essas coisas que nos fazem PRESENTES.

Lembro que minha mãe, ao invés de me acordar com despertador para ir para a escola, deixava ao lado da minha cama uma caixa de música tocando…tenho-a até hoje…

Lembro da minha avó que… quando mudei de colégio e não queria ir para a aula, pendurou por algumas semanas em sua varanda, que estava no trajeto da escola, uma faixa de lençol, pintada  “bom dia Júlia” ou “boa aula, neta querida”…eu ia para a aula só para ver o que minha avó tinha escrito…

lembro do meu pai fazendo café preto para mim e levando na cama, no sábado, com gibis e revistas que tinha comprado… de um namorado me esperando na frente de um teatro com um girassol gigante, porque dias antes havia dito que gostava…lembro de receber de um amigo um livro, sem data especial, só porque ele havia lido e pensado em mim…

Incontáveis foram os dias que recebi, de surpresa, da mesma pessoa, flores no meio de meu trabalho…incontáveis vezes em que as PESSOAS se tornaram PRESENTES.

Sou dessas, bem comuns, que ao receber de natal, ou de aniversário, ou em alguma festividade um presente comprado às pressas vai pensar “não precisava”… mas isso não quer dizer que eu não quisesse essa pessoa, que me deu o presente, bem presente.

6/12/2008   5 comentários