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Categoria — Cultura do Yôga Antigo

Qualidade de Vida

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by castielli

Post original do Blog do DeRose:

Nossa Definição de Qualidade de Vida:

Síntese: Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar.

Fundamentação, elaborada a partir do texto que o praticante Maurício Waly de Paulo postou como comentário em nosso blog. Ficou assim depois de fazermos alguns ajustes:

Qualidade de vida é suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, é adotarmos hábitos que promovam e mantenham a funcionalidade do corpo, do emocional e do mental, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades, através da boa alimentação, boa forma e boa cabeça – isto é Yôga.

Qualidade de vida é relacionar-se de forma descontraída, ética e responsável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho aos nossos relacionamentos, mediante da adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação – isto é Tantra.

Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, ideais e autoconhecimento – isto é Sámkhya.

Conclusão: qualidade de vida resume-se na proposta de um Yôga de fundamentação Tantra e Sámkhya, isto é, o Yôga Pré-Clássico – SwáSthya Yôga.


Valeu Maurício!!!!!

19/6/2009   1 comentário

Uma receita de refresco com gengibre

Sweet Mint Tea
Creative Commons License photo credit: brianna.lehman

Esta receita foi  importada do Blog da Unidade Centro Cívico.

Provei ontem no Sat Chakra, muito boa! Recomendo :)

Shiva Bull

Ingredientes

  • Xarope de guaraná
  • Gengibre
  • Limão taiti
  • Água mineral gelada

Preparo:

Bater todos os ingredientes no liquidificador. Quantidade à gosto.

Se quiser que fique mais doce, colocar mais xarope.

Se quiser que fique cítrico, colocar mais limão.

Se quiser que fique mais forte, colocar mais gengibre.

Peneirar e servir.

Dicas:
- não precisa adicionar açúcar, pois o xarope é adoçado.
- retire o miolo branco do limão para evitar o gosto amargo.

19/6/2009   Sem comentários

Abhyása: a importância de um treinamento de constância

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Yatna é o exercício da vontade e sthita é permanecer firmemente em algum lugar ou situação. Abhyása é manter a força de vontade direcionada. Faz referência justamente a prática constante para conseguir o estado de nirôdha.

O treinamento de abhyása, além de muitas outras coisas, pode provocar no praticante uma maior determinação em progredir.

É impressionante como, ao praticarmos seguidas vezes uma mesma sequência de técnicas do Yôga Antigo, passamos a nos aprofundar de tal forma que torna-se evidente uma crescente e motivadora evolução.

Ao mantermos a disciplina, focando alguma das técnicas do  SwáSthya Yôga, sentimos mais e mais o quanto são efetivas essas ferramentas de aprimoramento de que é constituído o sádhana, podendo perceber sensivelmente nosso progresso.

Seja através de um treinamento diligente de ásana ou de samyama, em qualquer que seja o foco, se mantivermos uma prática que não se modifique, passaremos a perceber nuances da vivência das técnicas, que inúmeras vezes deixamos para trás sem que as experimentássemos  com plenitude que poderíamos.

Normalmente, por muito tempo, não praticamos assim.

Variamos ao máximo, até mesmo para conhecermos as técnicas.

Hoje, quando habitualmente faço as minhas práticas de monitoria ainda é assim: pratico, buscando além do aprofundamento  máximo naquilo que está sendo passado, também estar atenta aos detalhes da indução que nem sempre estão escritos em livros e que acabam sendo repassadas apenas por parampará. Neste ponto, como estou sendo conduzida por meu instrutor, a vivência acaba sendo ao mesmo tempo prática e aprendizado. As práticas, como devem ser, são bastante variadas. Ao mesmo tempo que estou praticando, acabo aprendendo algo mais detalhado ou treinando mais algum determinado ponto em que sei que é necessário evoluir. E é bom que seja assim.

Mas não é disso que inicialmente comecei falando. Falei em fazer a mesma sequência de técnicas, da mesma forma, para aprofundar.

Além da prática diligente com o meu instrutor tenho algumas formas já assimiladas para treinar esse aprofundamento que mencionei.

Como esse tipo de treinamento só me fez querer manter mais e mais a disciplina, compartilho com você a minha vivência (não para você fazer igual, claro, mas para que tenha uma idéia do que é possível fazer e adaptar para o seu momento um treinamento que possa manter como constante e práticamente imutável):

  • Uma delas é usar com constância o CD Desenvolva a sua mente (mais de 4x por semana).

As outras são:

  • A coreografia (que só é modificada uma vez por ano e treinada da mesma forma durante o ano inteiro),
  • Um treinamento de ásanas (que é o mesmo há mais de 4 anos),
  • Uma prática ortodoxa de 2h (que é feita sempre da mesma forma),
  • Samyama (que é treinado em todas as práticas, mesmo nas de monitoria, da mesma forma).

Fica para você um incentivo: além de manter as práticas regulares, escolha uma forma de treinar o seu aprofundamento individual em alguma das técnicas.

Isso será muito efetivo para que você mesmo possa perceber, sentir e até mesmo medir o seu progresso.

(A citação acima foi retirada do post: Comentário dos Sútras I-13-Abhyása de Marco Carvalho)

22/4/2009   4 comentários

Receita que preparei no sat chakra de fevereiro: biscoito orelha de turco

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crédito: Cozinha Temperada

A receita me foi ensinada por uma amiga muuuuito querida, Barbara Gomes.

A Barbee, que é uma anfitriã de primeira ( além de cantora e blogueira, rs),  preparou a orelha de turco num dos maravilhosos cafés que fui em sua casa.

Adorei a receita, que originalmente é do blog Cozinha Temperada.

Espero que goste também!

Receita:

Biscoito Orelha de Turco

Ingredientes:

*xícara de 200ml

2 xícaras de polvilho azedo ou doce (usei doce)
1 xícara de óleo (usei de soja)
5 ovos
1 colher (chá) de sal

Modo de fazer:

Coloque o óleo, os ovos e o sal  no liquidificador.

Acrescente o polvilho.

Bata por 5 minutos.

Unte a forma com azeite ( eu enfarinhei também).

Asse em forno pré aquecido – forno alto por 15 min e baixo por 10 min.

18/2/2009   6 comentários

Ahimsá: Não-agressão

No post ética na tradição do Yôga, apresentei as prescrições e as proscrições éticas fundamentais a serem observadas pelo yôgin.

Mostrei que são 10 no total, divididas em dois grupos de 5:

5 regras são proscritivas, baseadas no não fazer – yamas

  • ahimsa: a não-agressão
  • satya: a verdade
  • astêya: não roubar
  • brahmácharya: a não dissipação da sexualidade
  • aparigraha: a não-possessividade

5 regras são prescritivas, baseadas no fazer – niyamas.

  • sauchan:a limpeza
  • santôsha: o contentamento
  • tapas: a auto-superação
  • swádhyáya: o auto-estudo
  • íshwara pranidhána: a auto-entrega

Num outro post, explanei sobre uma das regras do segundo grupo, para ser observada portanto, Tapas: esforce-se, mas sem forçar.

Hoje indicarei um post que fala sobre a norma da não-agressão: Ahimsá.

Leia no blog  Livre Pensar do Yôga, o texto do Instr. Fábio Euksuzian: Esclarecimentos sobre o tão violentado ahimsá.

Um trecho para ilustrar:

Em minha opinião, ahimsá é, antes de mais nada, um intenso treinamento de tapas, termo sânscrito que significa literalmente calor, arder, mas que comumente é traduzido como auto-superação, pois designa em um certo sentido, um controle sobre nossos condicionamentos. Por exemplo, desde crianças aprendemos, muito mais pela observação (e essa é uma das mais eficazes técnicas de ensino) que é normal e natural fofocar sobre a vida alheia, espargir maledicências sem necessidade, odiar o trabalho que nos dá sustento, reclamar o tempo todo de tudo e de todos, desejar que o outro esteja sempre um degrau abaixo de você, fazer mecanicamente o que não se gosta, e por final, aniquilar qualquer bichinho que cruze o nosso caminho (quem quando criança, nunca pisoteou uma formiga ou exterminou um tatu bola, simplesmente porque era o que todos faziam?). Enfim, todas as situações acima são graus diferentes da não observância de ahimsá. Portanto, para que o nosso voto seja realmente verdadeiro e transformador com relação aos animais, ele deve estar perpetrado amorficamente em nossos corações, sem qualquer restrição ou pré-conceitos, passando por pensamentos, palavras, ações e hábitos. Não pense que a tarefa é fácil, pois não é, e digo isso por experiência própria.


13/12/2008   Sem comentários

Blog do DeRose

Isso aí! Agora, DeRose também tem um blog!

Junto com a atualização do site da Uni-Yôga, veio para nós esta novidade; um canal direto de comunicação com o codificador do Yôga Pré-Clássico.

Poderemos acompanhar através do blog, de forma mais rápida e atualizada, os eventos de que participar e as idéias que ele desejar transmitir via web.

Deixo aqui o link de um post recente em que DeRose falou de sua weimaraner vegetariana. Confira!

Por ser uma ferramenta muito interessante para compartilhar informações, já que pode ser atualizada com freqüência, os blogs estão sendo cada vez mais utilizados por renomados escritores.

Além do DeRose, que é autor de mais de vinte livros impecáveis – sobre Yôga, relacionamentos e boas maneiras -, o poeta brasileiro Fabrício Carpinejar (filho de Carlos Nejar), e o prêmio Nobel de Literatura José Saramago também adotaram o blog como ferramenta de expressão.

6/12/2008   Sem comentários

Quer ver vídeos de Yôga?

No blog Yôga em Movimento tem!

Vídeos de Yôga atualizados diariamente, com entrevistas, coreografias,mantras e eventos.

Editado pelo Instr. Daniel Tonet da Uni-Yôga Goiânia.

Aproveite para para conhecer o site yoga-go.com.br.

Indico abaixo alguns artigos deste site, rs…inclusive um meu :)

17/11/2008   1 comentário

Tirar um tempo só para você: Interessa????

Com certeza a maioria das pessoas respoderia de imediato que sim.

Desta maioria quantas já tiram esse tempo?

Certamente poucas.

Das que tiram um tempo só para si, será que entenderam o “só para si” da forma como imaginei quando formulei a pergunta?

Provavelmente não.

Quando falamos com as pessoas sobre o tema, não raro podemos perceber que elas incluem aí ler um livro, viajar, ver um filme, fazer massagem, ir ao esteticista, ao cabeleireiro, fazer um curso de algo que gostem…

E não digo que isso não seja bom.

Já é muito bom quando uma pessoa sabe usar parte do seu tempo para interesses puramente pessoais, deixando um pouco de lado trabalho, rotina, stress.

Mas, acho que não se deve parar por aí.

Quando fiz a pergunta não pensei em entretenimento nem em diversão.

Pensei em momentos dedicados para si.

Sem relação alguma com um outro… seja este outro um livro, ou um filme.

Sem exposição à mais estímulos externos do que aqueles que já atuam em nós.

Conheço muita gente que sai semanalmente com os amigos, que vai ao cinema, ao teatro, que vai para a praia rotineiramente e faz tudo isso de forma tão dispersa que não posso considerar estes momentos como “tempo para si” no sentido de que falo.

Falo de alguns instantes para se ficar sozinho mesmo.

Instantes de pura auto observação, auto-estudo e autoconhecimento.

Instantes exclusivamente seus.

Para muitos, pode ser, que isso não interesse mesmo. Pode ser que não se veja nisso algo de interessante. É uma posição válida.

Mas, de minha parte, pelo que ja vivenciei a partir disso, posso dizer: não quero que nenhum dia da minha vida se passe sem que eu possa tirar um tempo só para mim, nem um só!

É a partir disso que se pode mais facilmente evoluir, aprender, reprogramar-se mudando o curso, para melhor, daquilo que fazemos com nossas vidas.

Coisas que não se conquistam com entretenimento e diversão, mesmo que isso seja positivo para que se melhore a qualidade de vida individual.

Tenho minha rotina, tenho meu tempo de entretenimento e diversão mas repito que: acho que não para por aí.

Tenho meu tempo para dedicar a um processo de aprimoramento pessoal.

Se neste momento alguém pensar que é porque eu tenho tempo para isso, prontamente digo, já não tive…

Mas, priorizei em minha rotina esse objetivo: tempo para me desenvolver. (Na realidade a forma urgente e forte como isso se apresentou para mim fez com que até minha rotina se alterasse completamente. Para que todos os meus atos rotineiros estivessem completamente integrados com esse objetivo. Mas não precisamos ir tão longe, isso foi uma escolha pessoal…da qual não me arrependo nem um pouco)

E a questão aqui não é o tempo para destinar a isso, mas à forma como o consideramos mais ou menos importante. Se for importante mesmo o tempo surgirá… por uma simples questão de priorizar essa atividade.

No meu caso, faço isso de forma direcionada, metódica, com as práticas diárias de SwáSthya Yôga.

Existem outras formas de fazê-lo, não nego, inclusive sem um método definido.

Falo agora para as pessoas que já se interessam pelo assunto, para aquelas que já compreendem a importância e o prazer de poder se dedicar ao um processo de autoconhecimento.

Apresento uma percepção apenas do método que pratico, porque já o escolhi, considerando-o o melhor para mim (a partir da comparação com outros métodos e também pelo reconhecimento do progresso intenso, efetivo e seguro que posso notar com o método adotado).

Vejo o sádhana, a prática metódica e direcionada, como um momento de contato com o que sou, emocionalmente, mentalmente e por aí vai…

Instantes de pura observação.

Observação das minhas reações aos estímulos em todas essas áreas já citadas acima, e ainda a física…a energética…

Um tempo para reeducar ou corroborar essas reações. Percebendo como já ocorrem. Se ocorrem de forma satisfatória, ou se é necessário modificá-las.

Algo necessário para que eu possa cada vez mais me transmutar naquilo que considero louvável e bom, éticamente, fisicamente, emocionalmente, energéticamente, intuicionalmente…

Se você já faz o mesmo que eu fica aqui um empolgado estímulo: faça cada vez mais! faça cada vez melhor! apaixone-se mais por esse processo, entregue-se completamente!

Se você ainda não o faz, mas interessou-se, digo: priorize! arrume tempo para si! Digo por experiência que não irá se arrepeder nem um pouco. Que a partir disso irá ter ainda mais estrutura para fazer todas as outras coisa melhor…com mais atenção com mais foco…com mais bháva!

Se você nem se interessou, pergunto: não será agora uma boa hora para entender por que você ainda não é o foco da sua própria existência?

Se não for uma boa hora ok! Prossiga…

Se em outra oportunidade esta questão se colocar, você já sabe que tem, bem aqui, uma indicação de por onde começar!!!!

Indicação de Método: Swásthya Yôga – Yôga mais completo do mundo, Ultra-Integral, baseado em raízes muito antigas.

Indicação de curso: Agora-Um tempo pra você, com o Professor Ricardo Mallet

Indicação do que fazer por enquanto: Leia o post Prazer e atenção

Mas não demore muito! Temos bastante tempo pela frente, mas não sabemos quanto!

2/11/2008   1 comentário

Para aplicar: como evitar brigas

Three, then Two, then One
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Pode parecer bobeira, mas não é…

Uma simples briga pode intoxicar mais o organismo do que uma refeição não saudável.

Sentimentos pesados, densos, como são a raiva, o ciúme, o medo e a inveja fazem tão mal ou até mais do que fumar um cigarro.

Procure perceber isso empiricamente.

Por exemplo,  notando o efeito físico absurdo gerado por um ataque de nervos precipitado por uma briga conjugal.

Quão grande é o esgotamento gerado por isso.

Não é a toa que no Yôga o cuidado com as emoções é tão grande, ou até mesmo maior, do que o destinado á observância de uma alimentação saudável (que de forma alguma pode ser considerada pouca).

Tanto o é, que na terceira fase do Método DeRose de Yôga Avançado, denominada bhúta shuddhi, em que de forma mais intensiva se purifica o organismo, indica-se: aprofundar a purificação, não apenas com mantras, kriyás, pránáyámas, mas também com uma rígida seleção alimentar e com um sistema de reeducação das emoções para que o praticante  não conspurque seu corpo com os detritos tóxicos das emoções viscosas como as que citamos acima.

Mesmo não sendo a vivência de bhúta shuddhi o caso do leitor, achei interessante, mesmo assim, apresentar o excerto abaixo, escrito por DeRose em seu livro Alternativas de Relacionamento Afetivo (Nobel, pg 65).

Mesmo utilizando as indicações de forma despretenciosa, fora do contexto de um método, com certeza isso poderá incrementar em muito sua qualidade de vida, se não isso, ao menos poderá livrá-lo de algumas boas dores de cabeça.

Espero que goste, e que se gostar, aplique!

Os conflitos entre seres humanos raramente tem um motivo racional. São quase sempre emocionais. E emocionais às raias da insanidade. Começam por causa de uma determinada modulação de voz ou da imperceptível contração de um músculo facial, captado pelo inconsciente instintivo, o qual deflagrará todo um sistema de autodefesa e o humanóide reponderá com causticidade.

A partir daí, cada hominídeo se colocará dentro de uma fortaleza e tratará de defender os seus pontos de vista, tentando provar ao outro que está com a razão. O problema é que os dois estarão fazendo a mesma coisa, logo, não chegarão a parte alguma.

A estratégia mais inteligente utilizada pelas pessoas bem-sucedidas é pensar com a cabeça do outro. A realidade é uma questão de ótica. Assim que você começar a aplicar esta tática, vai constatar o quanto é fácil não brigar.

Usando este recurso, você não estará sendo inferior ou mais fraco. Pelo contrário, estará dando os primeiros passos na arte de dominar o adversário, fazendo com que não o veja mais como agressor. Depois que ele não estiver mais na defensiva e o clima emocional for afetuoso, você conseguirá o que quer – sem confrontos!

Os melhores generais foram os que venceram os inimigos sem apelar para o elevado custo das batalhas.

Compare o custo/benefício de uma desgastante briga entre pessoas que se amam, a qual poderá durar horas infinitas ou até dias; poderá deixar seqüelas como uma mágoa para o resto da vida; poderá comprometer o desejo sexual; poderá até gerar um rompimento definitivo. Compare isso com o poder de estar no comando e descobrir que tipo de carinho, que tipo de fisionomia, que tipo de tom de voz, que tipo de frase poderia derreter o parceiro e atirá-lo indefeso aos seus pés!

Agora considere: quem é o mais forte, o que enfrenta ou o que consegue não brigar?

5/10/2008   Sem comentários