Categoria — educação
Método DeRose: um tempo para você a qualquer hora e em qualquer lugar
Fundamentado no conceito original de resgate coreográfico do Método DeRose, a realização artística deste vídeo pretende renovar a beleza do movimento numa experiência visual repleta de contrastes sensoriais. O filme aspirou recriar um ambiente citadino para transmitir uma imagem de dispersão, ruído, confusão, mas onde o indivíduo, em constante construção e evolução encontra energia, força, flexibilidade, estabilidade, harmonia e equilíbrio no seu quotidiano, adaptando-se à Natureza que lhe é mais próxima. Coreografia e ideia concetual de Marco Da Silva – Profissional do Método DeRose Realização e produção de Daniel José e Xavier Cardeiro Facebook – http://www.facebook.com/profile.php?id=1841165449
25/1/2012 Sem comentários
Karma – ação e reação
Leia a seguir um pequeno trecho da obra Karma e Dharma, do escritor DeRose:
“Se conhecermos os mecanismos que regem o dharma e o karma, teremos quase total domínio sobre a nossa vida e o nosso destino. Aliás, podemos definir karma como um destino maleável, que modificamos a cada minuto em virtude das nossas ações, palavras e pensamentos. Estamos o tempo todo a tecer nosso futuro imediato e distante.
Cada ação (karma=ação) protagonizada gera inexoravelmente uma reação, ainda que a ação inicial tenha sido apenas palavra ou pensamento. Então, devemos tomar muito cuidado com o que dizemos e com o que pensamos, não por uma razão meramente moral, mas por saber que não haverá como furtar-nos à responsabilidade das consequências.”
Para Download do livro Karma e Dharma, DeRose, Ed. Nobel – clique aqui
Imagem retirada do site: http://www.deaddog.com/?p=19290
24/1/2011 Sem comentários
Uma abordagem simples mas intensa sobre educação
O escritor José Saramago nos conta sobre esta história, transformada em curta de animação, em seu blog:
Há alguns anos, Juan Pablo Etcheverry e Chelo Loureiro, que vivem na Galiza e trabalham em cinema, procuraram-me com o objectivo de fazer da “Flor” uma animação em plasticina, para a qual Emilio Aragón já tinha composto uma bela música. Pareceu-me interessante a ideia, dei-lhes a autorização que pediam e, passado o tempo necessário, inútil dizer que depois de muitos sacrifícios e dificuldades, o filme foi estreado. Eu próprio apareço nele, de chapéu e bastante favorecido na idade. São quinze minutos da melhor animação, que o público tem aplaudido em salas e festivais de cinema, como foram, no passado recente, os casos de Japão e Alasca. Como foi igualmente o prémio que acaba de lhe ser atribuído no Festival de Cinema Ecológico de Tenerife, felizmente ressurgido de uma paragem forçada de alguns anos. Chelo veio a nossa casa, trouxe-nos o prémio, uma escultura representando uma planta que parece querer ascender até ao sol e que, muito provavelmente, irá continuar a sua existência na Casa dos Bicos, em Lisboa, para mostrar como neste mundo tudo está ligado a tudo, sonho, criação, obra. É o que nos vale, o trabalho.
O curta-metragem termina com outra citação de Saramago, que nos diz:
E se as histórias para crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos? Seríamos realmente capazes de aprender o que durante tanto tempo temos tentado ensinar?
Isso faz lembrar de uma outra frase, esta de Chesterton, a respeito das histórias infantis ou dos contos de fada que, às vezes, na sua ingenuidade nos mostram mais contundentemente a realidade do que pilhas e pilhas de folhas de especulações:
Contos de Fadas são a pura verdade: não porque nos contam que os dragões existem, mas porque nos contam que eles podem ser vencidos.
Sempre me atraiu muito essa forma simples mas direta de abordagem.
2/6/2009 1 comentário
