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Categoria — Prática

Prática de SwáSthya (em dez minutos)

Veja mais no site do Instrutor Marco Carvalho

4/3/2010   Sem comentários

Ásanas: firmes, estéticos, confortáveis, agradáveis, estáveis

O Alessandro publicou em seu blog Eu Pratico Yôga um texto em que fala como encara hoje sua prática de ásanas:

Quando eu era um praticante muito inexperiente chegava ao máximo da posição logo no início da permanência (o método que eu pratico enfatiza a permanência e exclui a repetição). Se a permanência fosse longa, rapidamente a posição ficava desconfortável. Em vez de me fazer sentir prazer, fazia-me sentir desconforto.

(…)

E não tem jeito. Se não é confortável não é ásana. Se não é estável, também não. Isso não quer dizer, por outro lado, que você não deva buscar o aumento de seus limites de maneira orgânica, constante e disciplinada.

Gostei muito, porque ele observa a definição de ásana, que diz que a posição deve ser firme e agradável. Se perder estas características, que abarcam também a estética, o conforto e a estabilidade, deixa de ser ásana.

21/5/2009   Sem comentários

Abhyása: a importância de um treinamento de constância

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Yatna é o exercício da vontade e sthita é permanecer firmemente em algum lugar ou situação. Abhyása é manter a força de vontade direcionada. Faz referência justamente a prática constante para conseguir o estado de nirôdha.

O treinamento de abhyása, além de muitas outras coisas, pode provocar no praticante uma maior determinação em progredir.

É impressionante como, ao praticarmos seguidas vezes uma mesma sequência de técnicas do Yôga Antigo, passamos a nos aprofundar de tal forma que torna-se evidente uma crescente e motivadora evolução.

Ao mantermos a disciplina, focando alguma das técnicas do  SwáSthya Yôga, sentimos mais e mais o quanto são efetivas essas ferramentas de aprimoramento de que é constituído o sádhana, podendo perceber sensivelmente nosso progresso.

Seja através de um treinamento diligente de ásana ou de samyama, em qualquer que seja o foco, se mantivermos uma prática que não se modifique, passaremos a perceber nuances da vivência das técnicas, que inúmeras vezes deixamos para trás sem que as experimentássemos  com plenitude que poderíamos.

Normalmente, por muito tempo, não praticamos assim.

Variamos ao máximo, até mesmo para conhecermos as técnicas.

Hoje, quando habitualmente faço as minhas práticas de monitoria ainda é assim: pratico, buscando além do aprofundamento  máximo naquilo que está sendo passado, também estar atenta aos detalhes da indução que nem sempre estão escritos em livros e que acabam sendo repassadas apenas por parampará. Neste ponto, como estou sendo conduzida por meu instrutor, a vivência acaba sendo ao mesmo tempo prática e aprendizado. As práticas, como devem ser, são bastante variadas. Ao mesmo tempo que estou praticando, acabo aprendendo algo mais detalhado ou treinando mais algum determinado ponto em que sei que é necessário evoluir. E é bom que seja assim.

Mas não é disso que inicialmente comecei falando. Falei em fazer a mesma sequência de técnicas, da mesma forma, para aprofundar.

Além da prática diligente com o meu instrutor tenho algumas formas já assimiladas para treinar esse aprofundamento que mencionei.

Como esse tipo de treinamento só me fez querer manter mais e mais a disciplina, compartilho com você a minha vivência (não para você fazer igual, claro, mas para que tenha uma idéia do que é possível fazer e adaptar para o seu momento um treinamento que possa manter como constante e práticamente imutável):

  • Uma delas é usar com constância o CD Desenvolva a sua mente (mais de 4x por semana).

As outras são:

  • A coreografia (que só é modificada uma vez por ano e treinada da mesma forma durante o ano inteiro),
  • Um treinamento de ásanas (que é o mesmo há mais de 4 anos),
  • Uma prática ortodoxa de 2h (que é feita sempre da mesma forma),
  • Samyama (que é treinado em todas as práticas, mesmo nas de monitoria, da mesma forma).

Fica para você um incentivo: além de manter as práticas regulares, escolha uma forma de treinar o seu aprofundamento individual em alguma das técnicas.

Isso será muito efetivo para que você mesmo possa perceber, sentir e até mesmo medir o seu progresso.

(A citação acima foi retirada do post: Comentário dos Sútras I-13-Abhyása de Marco Carvalho)

22/4/2009   4 comentários

Mentalize TUDO!

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Mentalize tudo. Ao alimentar-se, ao caminhar, ao conduzir um veículo, ao procurar vaga para estacionar, ao fazer um negócio, ao comprar, vender, alugar, ao conversar com uma pessoa, ao fazer esportes, ao tomar uma medicação, ao cozinhar, enfim, em todas as situações use a sua mente. Você vai ficar admirado com o poder que tinha em suas mãos e não usava. Entretanto, é preciso que o uso de suas faculdades torne-se reflexo, tal como ao guiar um automóvel ou dançar. É preciso que você faça tudo automaticamente, caso contrário geraria stress e ainda por cima não sairia bem feito…

Para isso acontecer de forma reflexa, como qualquer outra coisa, é necessário treinar.

(Veja aqui um vídeo chamado: Everything’s possible with training)

O trecho acima encontra-se no encerramento do CD Desenvolva a Sua Mente, gravado por DeRose.

Esta gravação contém uma prática denominada intronáutica, a qual consiste em duas técnicas de Yôga: mentalização e meditação. Elas são bem diferentes entre si e ambas muito importantes.

Para praticar agora basta baixar o CD:   Free Download no site da Uni-Yôga .


2/3/2009   2 comentários

Você sabe como o Yôga atua na redução do Stress?

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De acordo com o Instr. Marcelo Hirota, em um texto publicado no blog Livre Pensar do Yôga, o  SwáSthya Yôga atua reduzindo o Stress não como pode-se de pronto pensar: relaxando, mas sim energizando!

Veja como no post SwáSthya Yôga X Stress

19/1/2009   Sem comentários

Como aplicar mentalizações nas suas práticas de Yôga

neurons
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Li no blog SwáSthya Yôga- A Cultura, um interessante post sobre a aplicação das mentalizações nas práticas de SwáSthya Yôga.

Lá, o Instr. Marco Carvalho, entre outras coisas, explica como utilizar nas mentalizações os artifícios:

  • das cores;
  • da visualização de objetivos;
  • da verbalização positiva;
  • da utilização de yantras e mantras;

Explica ainda, a diferença entre meditação e mentalização.

Confira lá!

14/1/2009   Sem comentários

Pújá e ação efetiva

bailout - it's the homeowners in that are in distress
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O primeiro post que escrevi, quando iniciei este blog, foi sobre Pújá: Pújá – Uma prática universal

Expliquei, na época, que escolhi primeiramente este tema, porque o pújá é a parte da prática de SwáSthya Yôga pela qual nutro mais carinho, e continua assim. Tanto que hoje, lendo o swasthya.marcocarvalho.com escolhi um post para linkar que completa e apresenta muito mais detalhadamente o que apontei.

No caso, este post explana mais a questão efetiva do púja, leia um trecho abaixo:

Honra, reverência, homenagem a alguém que o antecedeu. Estas são algumas traduções e possibilidades de pújá. O termo báhya designa: parte externa, exterior, algo do lado de fora. O termo manasika designa algo feito ou concebido somente em nossa mente. Bháva é o sentimento que confere poder a ação que esteja fazendo, literamente designa: existir, tornar a ser, tornar verdadeiro, verdade (no sentido de existência). Pronto assim temos todos os termos que irei usar daqui para frente.

Por que fazer ação efetiva (báhya pújá)

Antes, o báhya pújá era utilizado somente em ocasiões especiais: aniversários, comemorações, etc. Mas com o tempo, vimos que o praticante achava que só precisava mentalizar e pronto, o seu compromisso já estava concluido.

Algo como se eu rezar bastante vou passar no vestibular, mas não estudo nada, só rezo. Que efeito isso tem? Para tentar resolver isso, começamos a estimular dentro do anga pújá do sádhana ortodoxo a ação efetiva, o báhya pújá.

Leia mais sobre pújá efetivo clicando aqui.


2/11/2008   Sem comentários

Técnicas do SwáSthya Yôga para otimizar seu sono e seus momentos de descanso

baby liam sleepsphitar.

Veja as técnicas do SwáSthya Yôga que auxiliam para que tanto o seu sono quanto os seus momentos de descanso valham mais.

Postagem feita no blog argentino  Una mirada actual sobre el Yôga Ancestral.

Neste post, primeiramente se desfaz o mito de que ” Yôga é uma prática para relaxar”. Depois expõe-se como utilizar técnicas, inclusive de descontração, para otimizar tanto o sono noturno quanto os pequenos descansos diários.

Leia a introdução abaixo:

Con técnicas de SwáSthya Yôga aproveche al máximo el tiempo que dedica al reposo.

Vamos a considerar dos tipos de descanso: el sueño nocturno y los “breaks” que se toman durante el día.

Contrariamente a la creencia popular, que el Yôga no busca relajar. Las antiguas escrituras hindúes siempre lo mencionan como una herencia de fuerza, poder y energía. Hace algunos meses tratamos ese tema en un post llamado El Yôga no es relax.

Evitando esta confusión, podemos sin embargo considerar que una adecuada combinación de técnicas de Yôga puede contribuir para incrementar el descanso que se obtiene durante los momentos del día dedicados al reposo.

Prossiga a leitura no blog original, onde são listadas as técnicas, clicando aqui.

1/11/2008   Sem comentários

Para aplicar no dia-a-dia: respiratórios


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Técnica de Yôga para aplicar: publicada no blog Instrutor de Yôga.

No artigo Exercícios de Yôga para fazer em casa, o Marco Carvalho trouxe a importância de ensinarmos técnicas fáceis para o leigo ou iniciante aplicar em seu dia-a-dia.

Primeiro, escrevi sobre o trátaka, uma excelente forma de manter a saúde dos olhos (ainda mais para quem fica muito tempo à frente do computador). Agora, quero passar um respiratório.

A intenção é que você o aplique no seu dia-a-dia, sem precisar parar o que faz para dedicar-se a uma prática de Yôga.

Com a primavera e o horário de verão, imagino que muitos leitores aproveitarão o maior tempo de sol para caminhar em parques, na praia ou mesmo na rua. Então, que tal treinar pránáyáma durante as caminhadas?

Pránáyáma significa expansão do prána, sendo prána o nome genérico que o Yôga dá a toda forma de energia presente nos seres vivos. Pránáyáma é, portanto, o aumento da energia, da vitalidade, da força e da saúde através da respiração.

Ao caminhar, assuma um ritmo respiratório contando-o de acordo com o ritmo dos seus passos. Comece inspirando durante quatro passos, permaneça com os pulmões cheios por quatro passos e expire durante os quatro passos seguintes. Se quiser, aumente para cinco, seis, etc., mas sempre mantendo a mesma proporção (4-4-4, 5-5-5, etc). E não exagere! O objetivo não é chegar no máximo da capacidade respiratória e sim manter um ritmo agradável e constante por bastante tempo.

A respiração deve ser nasal (tanto a inspiração como a expiração), profunda (preenchendo amplamente os pulmões) e silenciosa (o ar deve entrar e sair sem ser forçado, com naturalidade).

Há outras proporções mais adiantadas que também podem ser usadas, mas que eu deixarei para ensinar numa outra ocasião. Por ora, treine intensamente este ritmo. Aliás, você pode fazê-lo agora mesmo, em frente ao computador, ou dirigindo, ou num transporte coletivo, ou…

Nota: para fazer um programa rotineiro de caminhadas, procure um médico e um profissional de educação física. Yôga não é atividade física nem desportiva, embora suas técnicas possam ser usadas em qualquer situação cotidiana como, no caso, ao caminhar.

O Blog Instrutor de Yôga é editado pelo Instr. Francisco von Hartenthal.

25/10/2008   2 comentários

Para aplicar: como evitar brigas

Three, then Two, then One
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Pode parecer bobeira, mas não é…

Uma simples briga pode intoxicar mais o organismo do que uma refeição não saudável.

Sentimentos pesados, densos, como são a raiva, o ciúme, o medo e a inveja fazem tão mal ou até mais do que fumar um cigarro.

Procure perceber isso empiricamente.

Por exemplo,  notando o efeito físico absurdo gerado por um ataque de nervos precipitado por uma briga conjugal.

Quão grande é o esgotamento gerado por isso.

Não é a toa que no Yôga o cuidado com as emoções é tão grande, ou até mesmo maior, do que o destinado á observância de uma alimentação saudável (que de forma alguma pode ser considerada pouca).

Tanto o é, que na terceira fase do Método DeRose de Yôga Avançado, denominada bhúta shuddhi, em que de forma mais intensiva se purifica o organismo, indica-se: aprofundar a purificação, não apenas com mantras, kriyás, pránáyámas, mas também com uma rígida seleção alimentar e com um sistema de reeducação das emoções para que o praticante  não conspurque seu corpo com os detritos tóxicos das emoções viscosas como as que citamos acima.

Mesmo não sendo a vivência de bhúta shuddhi o caso do leitor, achei interessante, mesmo assim, apresentar o excerto abaixo, escrito por DeRose em seu livro Alternativas de Relacionamento Afetivo (Nobel, pg 65).

Mesmo utilizando as indicações de forma despretenciosa, fora do contexto de um método, com certeza isso poderá incrementar em muito sua qualidade de vida, se não isso, ao menos poderá livrá-lo de algumas boas dores de cabeça.

Espero que goste, e que se gostar, aplique!

Os conflitos entre seres humanos raramente tem um motivo racional. São quase sempre emocionais. E emocionais às raias da insanidade. Começam por causa de uma determinada modulação de voz ou da imperceptível contração de um músculo facial, captado pelo inconsciente instintivo, o qual deflagrará todo um sistema de autodefesa e o humanóide reponderá com causticidade.

A partir daí, cada hominídeo se colocará dentro de uma fortaleza e tratará de defender os seus pontos de vista, tentando provar ao outro que está com a razão. O problema é que os dois estarão fazendo a mesma coisa, logo, não chegarão a parte alguma.

A estratégia mais inteligente utilizada pelas pessoas bem-sucedidas é pensar com a cabeça do outro. A realidade é uma questão de ótica. Assim que você começar a aplicar esta tática, vai constatar o quanto é fácil não brigar.

Usando este recurso, você não estará sendo inferior ou mais fraco. Pelo contrário, estará dando os primeiros passos na arte de dominar o adversário, fazendo com que não o veja mais como agressor. Depois que ele não estiver mais na defensiva e o clima emocional for afetuoso, você conseguirá o que quer – sem confrontos!

Os melhores generais foram os que venceram os inimigos sem apelar para o elevado custo das batalhas.

Compare o custo/benefício de uma desgastante briga entre pessoas que se amam, a qual poderá durar horas infinitas ou até dias; poderá deixar seqüelas como uma mágoa para o resto da vida; poderá comprometer o desejo sexual; poderá até gerar um rompimento definitivo. Compare isso com o poder de estar no comando e descobrir que tipo de carinho, que tipo de fisionomia, que tipo de tom de voz, que tipo de frase poderia derreter o parceiro e atirá-lo indefeso aos seus pés!

Agora considere: quem é o mais forte, o que enfrenta ou o que consegue não brigar?

5/10/2008   Sem comentários