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	<title>Júlia Rodrigues &#187; Relação mestre e discípulo</title>
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	<description>Tudo Sobre o Método DeRose em Curitiba</description>
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		<title>Mas que sentimento afinal embasa a relação entre mestre e discípulo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julia Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relação mestre e discípulo]]></category>

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		<description><![CDATA[“Amai, amai, todo o resto não é nada.” La Fontaine (Os Amores de Psique e de Cupido) Vejamos como se constituem os laços entre o mestre e o discípulo. Estudemos com atenção por quais sentimentos essa relação se fundamenta, para posteriormente tirarmos as consequências disso. Utilizarei como ilustração um capítulo do livro Eu Me Lembro&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-641" title="28-rogerio-brant-2-lancamento-tratado-de-yoga-derose-swasthya-yoga" src="http://juliarodrigues.com/wp-content/uploads/2009/11/28-rogerio-brant-2-lancamento-tratado-de-yoga-derose-swasthya-yoga.jpg" alt="28-rogerio-brant-2-lancamento-tratado-de-yoga-derose-swasthya-yoga" width="352" height="263" /></h1>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">“Amai, amai, todo o resto não é nada.”</p>
<p style="text-align: right;">La Fontaine (Os Amores de Psique e de Cupido)</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos como se constituem os laços entre o mestre e o discípulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudemos com atenção por quais sentimentos essa relação se fundamenta, para posteriormente tirarmos as consequências disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Utilizarei como ilustração um capítulo do livro Eu Me Lembro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Escolhi esse trecho porque poeticamente nos transporta fazendo-nos compreender o tema abordado não apenas intelectualmente, mas envolvendo-nos de todo o coração.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Velho Sábio</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Certa manhã, fui tirar leite de nossa búfala, que pastava solta perto das margens do rio. Caminhando pelo campo com os pés descalços na relva molhada pelo orvalho da noite, tão absorvido estava que passei pelo animal e segui em frente. Pouco adiante, encontrei um velho sábio, sentado olhando para as águas que seguiam montanha abaixo. Cumprimentei-o e perguntei o que estava observando. O ancião me disse que estava observando seus pensamentos. Sentei ao seu lado e, como uma criança, sem nada questionar comecei a fazer o mesmo. Passaram-se várias horas e lá estávamos os dois, lado a lado, sem dizer palavra. Porém, entendendo-nos perfeitamente bem.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Até que, em dado momento, o ancião virou-se para mim e começou a falar. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- O que você observou?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Meus pensamentos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Gostou?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Sim.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- De que natureza eram?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- De todos os tipos. Pensei nas águas, obedientes, que seguem fazendo as ondas no mesmo lugar, apesar de serem sempre outras. Depois, pensei na nossa vida, que também é assim. Somo sempre outras e outras pessoas a nascer, crescer, trabalhar, casar&#8230; mas seguimos fazendo as mesmas coisas sem que ninguém nos obrigue a isso. Daí pensei nas nossas ovelhas, cabras e vacas, que também seguem fazendo as mesas coisas desde que nascem, até que morrem. E seus descendentes continuam fazendo as mesmas coisas. Qual o sentido de tudo isso?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Você se fez essa pergunta?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Fiz.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- E qual foi a resposta?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Não obtive resposta, pois meu pensamento seguiu os pássaros e mudou continuamente. Mas gostei da experiência.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>- Então volte amanhã e vamos contemplar o rio juntos outra vez.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Assim o fiz. Durante muito tempo retornei e sentei-me ao lado do ancião. Era uma relação de amor. Desde a primeira vez que o vi, senti um carinho arrebatador por aquele mestre. Olhava-o com admiração gratuita, pois ainda não o conhecia suficientemente bem. Não sabia o universo de sapiência que ele tinha para me transmitir. Era simplesmente amor, desinteressado, a primeira vista.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Quase sempre ficávamos calados por muito tempo. Geralmente, no final, ele fazia algumas perguntas. Depois de uns quantos meses, notei que suas perguntas era o que me permitia tomar consciência de quão profundo havia ido na viagem interior.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Vê-se claramente nesta passagem a identificação sincera do discípulo e a naturalidade com que se estabelece do discípulo em direção ao mestre uma admiração, uma vontade de ser como ele.</p>
<p style="text-align: justify;">É realmente como no caso de uma criança que isso se dá, puramente, sem preconceitos, aceitando a ignorância que se mostra no contato com essa outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconhece-se que, diante de si há alguém dotado de um saber digno de atenção que se pretende conquistar.</p>
<p style="text-align: justify;">É por meio da consciência desse profundo saber e, no fim das contas, por respeito sincero que o discípulo não questiona. Ele espera, confia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se dizer que esta relação é completamente livre. E que é livre porque se funda completamente em amor. Amor do discípulo que se reconhece no mestre e o ama desinteressadamente e, do mestre que, por amor, aceita o discípulo sincero para guiá-lo. Apresenta-se aqui uma relação sem mediação, direta, pura, que revela a ambos na contemplação do agora.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“L’amour est la seule passion qui ne souffre mi passe ni avenir”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“O amor é a única paixão que não admite nem passado nem futuro”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Não há uma obrigação <em>a priori</em> constituída para ambos, ditada, por exemplo por um estado, por uma religião, por um dever moral ou costume&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum outro homem ditou ou estabeleceu que essa relação deveria existir.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela nasceu apenas daqueles dois, como uma amizade, não porque deveria acontecer por algum motivo, por algo vindo de fora, mas simplesmente porque podia acontecer. E porque ambos, mestre e discípulo, movidos por sua própria vontade assim quiseram.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma relação que não envolve servidão de nenhuma parte, mas uma parceria fundada puramente no amor e na liberdade. Esta parceria pode aparecer bem descrita da seguinte forma.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Amar não é olhar-se um ao outro, é olhar juntos na mesma direção</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Saint-Exupéry.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há aqui uma relação de dependência, mas uma consonância entre ambos e a decisão de seguir juntos, em uma única direção.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Desamador, de Fabrício Carpinejar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 14:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julia Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relação mestre e discípulo]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrício Carpinejar]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sou capaz de amar por piedade. Amar é estar no mesmo nível, com a mesma altura dos ombros, o tremor de balbuciar e logo beijar para não esquecer o que o corpo pede. Não é rebaixar ou cumprir um favor. Amar não é uma compensação. Amar não dá poder, é o despoder. Ensina a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Não sou capaz de amar por piedade. Amar é estar no mesmo nível, com a mesma altura dos ombros, o tremor de balbuciar e logo beijar para não esquecer o que o corpo pede. Não é rebaixar ou cumprir um favor. Amar não é uma compensação.</p>
<p>Amar não dá poder, é o despoder. Ensina a generosidade, a vontade de se diminuir para que o amor aumente. Amar é ceder o gosto, a vida, o futuro. É oferecer a metade da gaveta, da cama, da luz, do banho, da mesa, da folha. É oferecer o que ainda nem se chegou a conhecer.</p></blockquote>
<p>Leia na íntegra em: <a href="http://www.carpinejar.blogger.com.br/2005_08_01_archive.html">Fabrício Carpinejar</a><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: x-small;"><span class="rss:item"><br />
</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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		<title>Preceitos aos Instrutores de Yôga</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 00:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julia Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relação mestre e discípulo]]></category>
		<category><![CDATA[instrutor]]></category>
		<category><![CDATA[instrutor de yoga]]></category>
		<category><![CDATA[yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[São dez os preceitos. Indico os primeiros aqui. Os outros você pode ler no Blog do DeRose. Só ensines aquilo que dominares bem. Não hesites em confessar ignorância sobre o que desconheceres. Sábio é aquele que conhece seus limites e tolo, o que quer ter resposta para tudo. Determina-te a superar-te a cada dia, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São dez os preceitos.</p>
<p>Indico os primeiros aqui. Os outros você pode ler no <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/preceitos-aos-instrutores-de-yoga/">Blog do DeRose</a>.</p>
<ul>
<li><strong>Só ensines aquilo que dominares bem.</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Não hesites em confessar ignorância sobre o que desconheceres. Sábio é aquele que conhece seus limites e tolo, o que quer ter resposta para tudo.</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Determina-te a superar-te a cada dia, para aprender o que não souberes e crescer como pessoa humana.</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Procura dosar teu ensinamento, transmitindo a cada pupilo apenas aquilo que ele puder digerir, pois a mesma luz que ilumina os olhos é a que pode cegá-los se for excessiva.</strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Como a semente do carvalho tem uma árvore dentro de si, cada discípulo é um Mestre em potencial. Ao transmitir o ensinamento, lembra-te de ensinar sobre como perpetuar a mensagem; e faz como o carvalho que firma suas raízes e espalha seus ramos.</strong></li>
</ul>
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		<title>Nyása: importância da proximidade com o mestre</title>
		<link>http://juliarodrigues.com/nyasa-importancia-da-proximidade-com-o-mestre/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 05:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julia Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relação mestre e discípulo]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
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		<category><![CDATA[yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda que sejamos praticantes de Yôga de uma linhagem naturalista e entendamos o conceito de mestre de uma forma bem pé no chão, tem-se muito apreço na nossa cultura por essa relação entre mestre e discípulo. Dentro da cultura do SwáSthya Yôga preza-se muito pelo contato direto como mestre, seja em aulas, cursos ou eventos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p>Ainda que sejamos praticantes de Yôga de uma linhagem naturalista e entendamos o <a href="http://juliarodrigues.com/2008/10/25/como-entendemos-no-swasthya-yoga-o-conceito-de-mestre/">conceito de mestre de uma forma bem pé no chão</a>, tem-se muito apreço na nossa cultura por essa relação entre mestre e discípulo.</p>
<p>Dentro da cultura do SwáSthya Yôga preza-se muito pelo contato direto como mestre, seja em aulas, cursos ou eventos.</p>
<p>A partir dessa proximidade é que o sádhaka (praticante) desenvolve-se mais.</p>
<p>Entenda como isso ocorre lendo este trecho do livro <a href="http://www.tratadodeyoga.com/">Tratado de Yôga</a>, de DeRose, que fala sobre isso:</p>
<blockquote><p>Será mesmo importante a proximidade física já que o Yôga é fundamentalmente subjetivo e domina tão espetacularmente as dimensões paranormais? Sim, pois ocorre um fenômeno denominado nyása, uma espécie de osmose, no qual, o discípulo que reúna as qualidades indispensáveis, assimila parte do conhecimento e o poder do seu Mestre através do simples convívio. Para ele, o Mestre é um catalisador vivo da força e da sabedoria que já estavam presentes no íntimo do próprio discípulo.</p></blockquote>
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		<title>Como entendemos, no SwáSthya Yôga, o conceito de Mestre</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 04:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julia Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relação mestre e discípulo]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
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		<category><![CDATA[mestre]]></category>
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		<description><![CDATA[Só para pontuar, apresento aqui a forma como entendemos, no SwáSthya o conceito de Mestre: O Mestre de Yôga não é um guia espiritual. Mestre é o profissional que conhece profundamente uma arte ou técnica, o bastante para instruir e/ou supervisionar outros especialistas. Exatamente como o é o chamado Mestre de Obras, o Mestre Cuca, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só para pontuar, apresento aqui a forma como entendemos, no SwáSthya o conceito de Mestre:</p>
<p>O Mestre de Yôga <strong>não</strong> é um guia espiritual.</p>
<p>Mestre é o profissional que conhece profundamente uma arte ou técnica, o bastante para instruir e/ou supervisionar outros especialistas.</p>
<p>Exatamente como o é o chamado Mestre de Obras, o Mestre Cuca, o Mestre de Jangada, o Mestre de Capoeira.</p>
<p>Todos pessoas singelas, mas cuja autoridade não se questiona.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://juliarodrigues.com/wp-content/uploads/2008/10/institucional_clip_image002.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-251" title="institucional_clip_image002" src="http://juliarodrigues.com/wp-content/uploads/2008/10/institucional_clip_image002-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.uni-yoga.org.br/_v2/index.php?VjFSQ1VtUXlWa1pOVlVwUlZrUkJPUT09">DeRose</a>, portanto, é o meu Mestre, neste sentido.</p>
<p style="text-align: left;">É o meu supervisor, o professor que escolhi como referência em Yôga, pela sua excelência neste quesito.</p>
<p style="text-align: left;">O profissional a quem devo meus conhecimentos nesta filosofia milenar que é o Yôga.</p>
<p style="text-align: left;">A quem devo meu sincero agradecimento, tanto como praticante quanto como instrutora, pelos conhecimentos transmitidos e pelo exemplo de profissionalismo nesta área de conhecimento.</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Para nós, instrutores de SwáSthya Yôga&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 15:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julia Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relação mestre e discípulo]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma interessante reflexão sobre as nossas próprias atitudes enquanto instrutores, levando em conta nosso papel de reeducadores comportamentais, que somos, em tempo integral. Feita pelo meu grande amigo, colega, e referência em muitas áreas, Instr. Marco Carvalho. Leia aqui: Fases de Desenvolvimento de um Instrutor de Yôga]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://juliarodrigues.com/wp-content/uploads/2008/10/2856884850_22485a2fba.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123" title="2856884850_22485a2fba" src="http://juliarodrigues.com/wp-content/uploads/2008/10/2856884850_22485a2fba-300x299.jpg" alt="" width="300" height="299" /></a></p>
<p>Uma interessante reflexão sobre as nossas próprias atitudes enquanto instrutores, levando em conta nosso papel de reeducadores comportamentais, que somos, em tempo integral.</p>
<p>Feita pelo meu grande amigo, colega, e referência em muitas áreas, <a href="http://swasthya.marcocarvalho.com/">Instr. Marco Carvalho</a>.</p>
<p>Leia aqui: <a href="http://swasthya.marcocarvalho.com/fases-desenvolvimento-instrutor-yoga/">Fases de Desenvolvimento de um Instrutor de Yôga</a></p>
]]></content:encoded>
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