Categoria — Teoria
Método DeRose, você sabe o que é?
O Método DeRose é uma Cultura, uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas corporais que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.
Veja aqui a entrevista com DeRose sobre este estilo de vida!
Quadros sinóticos feitos por
Vernon Maraschin, Diretor da futura Unidade Vila Madalena, São Paulo
31/3/2010 Sem comentários
Hino da Uni-Yôga
6/4/2009 1 comentário
Desamador, de Fabrício Carpinejar
Não sou capaz de amar por piedade. Amar é estar no mesmo nível, com a mesma altura dos ombros, o tremor de balbuciar e logo beijar para não esquecer o que o corpo pede. Não é rebaixar ou cumprir um favor. Amar não é uma compensação.
Amar não dá poder, é o despoder. Ensina a generosidade, a vontade de se diminuir para que o amor aumente. Amar é ceder o gosto, a vida, o futuro. É oferecer a metade da gaveta, da cama, da luz, do banho, da mesa, da folha. É oferecer o que ainda nem se chegou a conhecer.
Leia na íntegra em: Fabrício Carpinejar
6/4/2009 Sem comentários
Nossa corrente é espiritualista?
DeRose escreveu hoje em seu blog sobre as raízes naturalistas do SwáSthya Yôga.
A temática do post foi motivada pela pergunta frequente : nossa filosofia espiritualiza?
Abaixo vai o esclarecimento dado por ele:
O Hinduísmo é constituído por seis darshanas (pontos de vista). Dois desses pontos de vista são filosofias teóricas que podem ser aplicadas para fundamentar a nossa filosofia prática:
Vêdánta, espiritualista, que teve seu apogeu no período medieval da Índia; e
Sámkhya, naturalista, que teve seu apogeu na antiguidade Clássica e Pré-Clássica. Nossa fundamentação é Pré-Clássica, logo, ela é baseada na filosofia Sámkhya – naturalista.
Na verdade, esses dois pontos de vista podem parecer antagônicos (e o são mesmo se os analisarmos por uma ótica externa), mas, para o filósofo que os conheça bem, não há contradição intrínseca entre eles. O primeiro parte do princípio de que tudo é espiritual em diferentes níveis de densificação até chegar aos patamares mental, emocional, energético e físico denso. O segundo, parte do princípio de que tudo é matéria em diferentes níveis de sutilização, até alcançar os patamares energético, emocional, mental e os que estão acima dele.
Espiritualismo é uma coisa e espiritualidade é outra. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. Qualquer vertente da Nossa Cultura, de qualquer modalidade, desde que autêntica, desenvolve a espiritualidade.
Contudo…
A espiritualidade é uma função biológica. É como a digestão. Todos a temos: uns, melhor; outros, nem tanto. Nossa Cultura a aprimora. Contudo, ficar com fixação sobre isso é sinal de distúrbio psicológico. Você só pensa na sua digestão quando ela não está funcionando bem. É a mesma coisa com a espiritualidade. Imagine alguém lendo livros sobre digestão, indo a conferências sobre digestão, debatendo sobre digestão e seguindo Mestres de digestão! Essa pessoa deve ser doente da função digestiva… Quem assiste a palestras sobre espiritualidade, lê livros sobre esse tema, debate-o, ou segue Mestres espirituais, por analogia, também deve ser uma pessoa doente da espiritualidade. Caso contrário, desfrutaria dela com naturalidade e a aprimoraria com discrição.
6/4/2009 Sem comentários
Método DeRose é por definição…
Segundo DeRose:
O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.
Quer saber mais sobre o método?
Vá diretamente à sua fonte: Blog do DeRose, um canal direto de comunicação com o codificador do Yôga Pré-Clássico, atualizado diariamente!
19/1/2009 Sem comentários
Novo Programa do Curso Básico
É com muito gosto que comunico a finalização, por DeRose, da nova edição do livro: Programa do Primeiro Ano do Curso Básico de Yôga.
A notícia acabou de ser postada por ele em seu blog.
O livro Programa do Curso Básico é fundamental tanto para o iniciante no Yôga, quanto para o graduado com pretensões de formação profissional nessa área.
É uma compilação de textos de DeRose, organizada de forma que complementa e esclarece as aulas teóricas ministradas por ele.
É utilizado nas avaliações das Federações de Yôga e conta com uma quantidade impressionante de informações valiosas sobre esta filosofia.
15/12/2008 Sem comentários
O que é a Universidade de Yôga?
Será que você sabe exatamente o que é a Universidade de Yôga?
11/11/2008 1 comentário
Mas, afinal, o que é Yôga?
Informativo à respeito do que é a filosofia do Yôga.
Com download gratuito do livro:
Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga e jamais teve a intenção de perguntar.
Site de referência: Eu pratico Yôga.
25/10/2008 Sem comentários
A antiga questão do tempo…
Fiquei realmente feliz por ler no blog Eu Pratico Yôga, de meu shakta Alessandro Martins, mais um texto postado pelo meu querido amigo, Felipe Lengert.
Felipe é graduado em Física, eu graduanda em Filosofia, ambos nos dedicamos ao Yôga e em momentos de tempo livre trocamos algumas de nossas idéias a respeito desses assuntos.
Nunca, até hoje, conversamos sobre o tema Tempo. Talvez ele nem saiba, mas a questão que trabalho na minha graduação, que foi tema de meu projeto para bolsista do PET-Filosofia-UFPR e será o futuro tema de minha monografia é justamente esse.
Não vou falar de meu projeto hoje, mas adianto que vou escrever, em breve, um pouco sobre isso.
Escreverei neste blog porque o autor que estudo, Henri Bergson, aproxima seu conceito de tempo à uma duração interna, subjetiva.
Ele trata do tema do tempo indissociado do tema da evolução.
Conceito de evolução, por sinal, que tem total afinidade com a proposta do Yôga.
Na sua concepção de tempo, este conceito não é entendido como algo abstrato ou formal, mas como realidade indissoluvelmente ligada à vida e ao eu humano. Nomeia esse conceito de tempo como “duração”.
Esse conceito pode ser entendido como “tempo vivo”, análogamente à uma força viva.
É uma corrente dinâmica, sujeita à variações qualitativas constantes e sempre em aumento; escapa à reflexão, não pode ser ligada a nenhum ponto fixo, pois nesse caso seria limitada e deixaria de existir.
Pode ser percebida e sentida por uma consciência concentrada que se volta sobre si mesma e sua origem
Cito alguns trechos, só para apresentar, são extraídos de seu principal livro, Evolução Criadora, prêmio Nobel em 1928:
O universo dura. Quanto mais aprofundarmos a natureza do tempo, melhor compreenderemos que duração quer dizer invenção, criação de formas, elaboração contínua do inteiramente novo. Os sistemas delimitados pela ciência só duram porque se acham indissoluvelmente ligados ao resto do universo. Sem dúvida, é necessário distinguir, no próprio universo, como adiante diremos, dois movimentos opostos, um de “descida” e outro de “subida”. O primeiro limita-se a desenrolar um rolo já preparado. Em princípio poderia realizar-se de uma maneira quas que instantânea, como sucede a mola que se distende. Mas o segundo, que corresponde à um trabalho interior de maturação ou criação, dura essencialmente, e impõe o seu ritmo ao primeiro, que dele é inseparável.
(…)
Em todo o lugar onde alguma coisa vive, existe, aberto em alguma parte, um registro onde o tempo se inscreve.
(…)
Ora, quanto mais se atenta nesta continuidade da vida, melhor se vê a evolução orgânica aproximar-se de uma consciência, em que o passado exerce pressão sobre o presente e dele faz surgir uma nova forma, incomesurável com os seus antecedentes.”
Hoje, a respeito disso, paro por aqui.
Indicando o escrito do Felipe: Tempo e vida.
Sei que esta questão ainda vai dar pano para manga, nos vemos em algum café, amigo Felipe!
E você, se gostar, estará convidado, mas só vá se já tiver destinado tempo à sua prática, que na realidade é o que mais importa.
O resto é para fortalecer nossos laços de amizade, conversando despretenciosamnte sobre estas coisas assim como poderíamos tratar de outras mais simples ou sair para ver um filme…tomar um sorvete…nada demais.
17/10/2008 2 comentários
História do Yôga no Brasil
Leia aqui o post a respeito dos acontecimentos que iniciaram a história do Yôga no Brasil.
Escrito no blog da Unidade Alto da XV, por Alessandro Martins.
Confira informações como: quem introduziu o Yôga no Brasil e quem escreveu o primeiro livro em lingua portuguesa.
5/10/2008 1 comentário






