Tudo Sobre o Método DeRose em Curitiba

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Heart Hunters

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Tenho feito com bastante frequência a prática de intronáutica do CD Desenvolva a Sua Mente.

Adaptei essa vivência ao meu cotidiando a ponto de já estar assimilada. Uso o momento de trânsito de uma aula para a outra no período da manhã para realizar esta prática.

É bom demais. Já cedo, tenho a oportunidade de realizar ao mesmo tempo: treinamento de pratyáhára, púja, o reforço das minhas metas a partir de mentalizações, um treinamento de vizualização e por fim meditação.

É interessante peceber que, a cada uma das vezes que pratico, algum aspecto diferente da gravação se evidencia. Ora uma frase soa mais importante, ora o pújá é que se intensifica, outra vez é  a vivência do ásana sem corpo ou a meditação que são melhor aproveitadas.

Hoje de manhã foi um trecho a respeito do nosso posicionamento profissional que me chamou mais a atenção:

Nossa missão como instrutores de SwáSthya Yôga não é doutrinar, nem mudar o pensamento de ninguém. Nossa missão consiste apenas em encontrar aqueles que já pensam da mesma forma e proporcionar a esses o grande presente que é saber que não estão sós, que há mais alguém no mundo que pensa da mesma forma.

Lembrei imediatamente de um trecho do livro Yôga a sério, de que gosto muito.

Head Hunters ou Heart Hunters

A Nossa Cultura não é doutrinária. Entendemos que as pessoas ou já estão prontas para compreender, gostar e valorizar nossas propostas ou jamais estarão. Por isso não acreditamos em catequizar. Dessa forma, posicionamo-nos como head hunters (caçadores de cabeças) ou, melhor ainda, como heart hunters (caçadores de corações). Limitamo-nos a divulgar nossa forma de pensar e agir. Quem se sintonizar com ela, se nos procurar, estaremos de braços abertos.

É bem isso!!!!

Sobre o tema: Agradecimento aos pais (texto para formatura dos instrutores de SwáSthya Yôga do PR em 2008)

22/4/2009   3 comentários

Abhyása: a importância de um treinamento de constância

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Yatna é o exercício da vontade e sthita é permanecer firmemente em algum lugar ou situação. Abhyása é manter a força de vontade direcionada. Faz referência justamente a prática constante para conseguir o estado de nirôdha.

O treinamento de abhyása, além de muitas outras coisas, pode provocar no praticante uma maior determinação em progredir.

É impressionante como, ao praticarmos seguidas vezes uma mesma sequência de técnicas do Yôga Antigo, passamos a nos aprofundar de tal forma que torna-se evidente uma crescente e motivadora evolução.

Ao mantermos a disciplina, focando alguma das técnicas do  SwáSthya Yôga, sentimos mais e mais o quanto são efetivas essas ferramentas de aprimoramento de que é constituído o sádhana, podendo perceber sensivelmente nosso progresso.

Seja através de um treinamento diligente de ásana ou de samyama, em qualquer que seja o foco, se mantivermos uma prática que não se modifique, passaremos a perceber nuances da vivência das técnicas, que inúmeras vezes deixamos para trás sem que as experimentássemos  com plenitude que poderíamos.

Normalmente, por muito tempo, não praticamos assim.

Variamos ao máximo, até mesmo para conhecermos as técnicas.

Hoje, quando habitualmente faço as minhas práticas de monitoria ainda é assim: pratico, buscando além do aprofundamento  máximo naquilo que está sendo passado, também estar atenta aos detalhes da indução que nem sempre estão escritos em livros e que acabam sendo repassadas apenas por parampará. Neste ponto, como estou sendo conduzida por meu instrutor, a vivência acaba sendo ao mesmo tempo prática e aprendizado. As práticas, como devem ser, são bastante variadas. Ao mesmo tempo que estou praticando, acabo aprendendo algo mais detalhado ou treinando mais algum determinado ponto em que sei que é necessário evoluir. E é bom que seja assim.

Mas não é disso que inicialmente comecei falando. Falei em fazer a mesma sequência de técnicas, da mesma forma, para aprofundar.

Além da prática diligente com o meu instrutor tenho algumas formas já assimiladas para treinar esse aprofundamento que mencionei.

Como esse tipo de treinamento só me fez querer manter mais e mais a disciplina, compartilho com você a minha vivência (não para você fazer igual, claro, mas para que tenha uma idéia do que é possível fazer e adaptar para o seu momento um treinamento que possa manter como constante e práticamente imutável):

  • Uma delas é usar com constância o CD Desenvolva a sua mente (mais de 4x por semana).

As outras são:

  • A coreografia (que só é modificada uma vez por ano e treinada da mesma forma durante o ano inteiro),
  • Um treinamento de ásanas (que é o mesmo há mais de 4 anos),
  • Uma prática ortodoxa de 2h (que é feita sempre da mesma forma),
  • Samyama (que é treinado em todas as práticas, mesmo nas de monitoria, da mesma forma).

Fica para você um incentivo: além de manter as práticas regulares, escolha uma forma de treinar o seu aprofundamento individual em alguma das técnicas.

Isso será muito efetivo para que você mesmo possa perceber, sentir e até mesmo medir o seu progresso.

(A citação acima foi retirada do post: Comentário dos Sútras I-13-Abhyása de Marco Carvalho)

22/4/2009   4 comentários

Gurusêvins

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No sat chakra desta quarta-feira, dia 8, fizemos uma homenagem aos gurusêvins.

Na foto acima estou lendo o seginte texto:

Gurusêvins

Gurusêvins são os obreiros da nobreza interior, os arquitetos da raça humana.

Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas.

Essas pessoas são os paladinos da dedicação. São seres de luz, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de si e em deixar um rastro de boas obras por onde passam.

Tais paladinos costumam estar sempre disponíveis e até mesmo oferecer-se para realizar, anonimamente, trabalhos de suma importância, sem esperar nenhuma recompensa nem remuneração. Sua gratificação é saber que o trabalho foi realizado a contento.

Enquanto a maior parte destrói, esses poucos heróis da Humanidade constroem e fazem-no com a força de milhares, pois, mesmo sob o assédio destruidor da maioria, a Humanidade progride graças aos que se doam.

Os verdadeiros paladinos mais cedo ou mais tarde serão convidados a participar de um seleto grupo de praticantes, denominado Círculo Interno. Toda Unidade possui o seu Círculo Interno, sua Guarda de Honra, constituída por Gurusêvins dedicados. O Círculo Interno é um grupo discreto. Para fazer parte dele, só sendo convidado. Para tanto é preciso ter mérito. Tudo é levado em conta.

DeRose

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9/4/2009   5 comentários

Hino da Uni-Yôga

6/4/2009   1 comentário

Desamador, de Fabrício Carpinejar

Não sou capaz de amar por piedade. Amar é estar no mesmo nível, com a mesma altura dos ombros, o tremor de balbuciar e logo beijar para não esquecer o que o corpo pede. Não é rebaixar ou cumprir um favor. Amar não é uma compensação.

Amar não dá poder, é o despoder. Ensina a generosidade, a vontade de se diminuir para que o amor aumente. Amar é ceder o gosto, a vida, o futuro. É oferecer a metade da gaveta, da cama, da luz, do banho, da mesa, da folha. É oferecer o que ainda nem se chegou a conhecer.

Leia na íntegra em: Fabrício Carpinejar

6/4/2009   Sem comentários

Nossa corrente é espiritualista?

DeRose escreveu hoje em seu blog sobre as raízes naturalistas do SwáSthya Yôga.

A temática do post foi motivada pela pergunta frequente : nossa filosofia espiritualiza?

Abaixo vai o esclarecimento dado por ele:

O Hinduísmo é constituído por seis darshanas (pontos de vista). Dois desses pontos de vista são filosofias teóricas que podem ser aplicadas para fundamentar a nossa filosofia prática:

Vêdánta, espiritualista, que teve seu apogeu no período medieval da Índia; e

Sámkhya, naturalista, que teve seu apogeu na antiguidade Clássica e Pré-Clássica. Nossa fundamentação é Pré-Clássica, logo, ela é baseada na filosofia Sámkhya – naturalista.

Na verdade, esses dois pontos de vista podem parecer antagônicos (e o são mesmo se os analisarmos por uma ótica externa), mas, para o filósofo que os conheça bem, não há contradição intrínseca entre eles. O primeiro parte do princípio de que tudo é espiritual em diferentes níveis de densificação até chegar aos patamares mental, emocional, energético e físico denso. O segundo, parte do princípio de que tudo é matéria em diferentes níveis de sutilização, até alcançar os patamares energético, emocional, mental e os que estão acima dele.

Espiritualismo é uma coisa e espiritualidade é outra. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. Qualquer vertente da Nossa Cultura, de qualquer modalidade, desde que autêntica, desenvolve a espiritualidade.

Contudo…

A espiritualidade é uma função biológica. É como a digestão. Todos a temos: uns, melhor; outros, nem tanto. Nossa Cultura a aprimora. Contudo, ficar com fixação sobre isso é sinal de distúrbio psicológico. Você só pensa na sua digestão quando ela não está funcionando bem. É a mesma coisa com a espiritualidade. Imagine alguém lendo livros sobre digestão, indo a conferências sobre digestão, debatendo sobre digestão e seguindo Mestres de digestão! Essa pessoa deve ser doente da função digestiva… Quem assiste a palestras sobre espiritualidade, lê livros sobre esse tema, debate-o, ou segue Mestres espirituais, por analogia, também deve ser uma pessoa doente da espiritualidade. Caso contrário, desfrutaria dela com naturalidade e a aprimoraria com discrição.

6/4/2009   Sem comentários

Mentalize TUDO!

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Mentalize tudo. Ao alimentar-se, ao caminhar, ao conduzir um veículo, ao procurar vaga para estacionar, ao fazer um negócio, ao comprar, vender, alugar, ao conversar com uma pessoa, ao fazer esportes, ao tomar uma medicação, ao cozinhar, enfim, em todas as situações use a sua mente. Você vai ficar admirado com o poder que tinha em suas mãos e não usava. Entretanto, é preciso que o uso de suas faculdades torne-se reflexo, tal como ao guiar um automóvel ou dançar. É preciso que você faça tudo automaticamente, caso contrário geraria stress e ainda por cima não sairia bem feito…

Para isso acontecer de forma reflexa, como qualquer outra coisa, é necessário treinar.

(Veja aqui um vídeo chamado: Everything’s possible with training)

O trecho acima encontra-se no encerramento do CD Desenvolva a Sua Mente, gravado por DeRose.

Esta gravação contém uma prática denominada intronáutica, a qual consiste em duas técnicas de Yôga: mentalização e meditação. Elas são bem diferentes entre si e ambas muito importantes.

Para praticar agora basta baixar o CD:   Free Download no site da Uni-Yôga .


2/3/2009   2 comentários

Abraços Grátis

1/3/2009   2 comentários

Receita que preparei no sat chakra de fevereiro: biscoito orelha de turco

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crédito: Cozinha Temperada

A receita me foi ensinada por uma amiga muuuuito querida, Barbara Gomes.

A Barbee, que é uma anfitriã de primeira ( além de cantora e blogueira, rs),  preparou a orelha de turco num dos maravilhosos cafés que fui em sua casa.

Adorei a receita, que originalmente é do blog Cozinha Temperada.

Espero que goste também!

Receita:

Biscoito Orelha de Turco

Ingredientes:

*xícara de 200ml

2 xícaras de polvilho azedo ou doce (usei doce)
1 xícara de óleo (usei de soja)
5 ovos
1 colher (chá) de sal

Modo de fazer:

Coloque o óleo, os ovos e o sal  no liquidificador.

Acrescente o polvilho.

Bata por 5 minutos.

Unte a forma com azeite ( eu enfarinhei também).

Asse em forno pré aquecido – forno alto por 15 min e baixo por 10 min.

18/2/2009   6 comentários

Relações humanas: como o conhecimento de si influencia positivamente na relação que temos com os outros

another.
Creative Commons Licenseborrowed time | demi-brooke

Veja que interessante a perspectiva apontada pelo Prof. Ricardo Mallet a respeito das relações humanas:

a qualidade do nosso relacionamento interpessoal começa pela qualidade do nosso relacionamento intrapessoal. Portanto, é preciso que reconheçamos a grande responsabilidade que nos cabe na construção e na manutenção de nossas relações.

Pode até parecer complexo mas, na verdade, é bastante simples. Para conquistarmos um bom relacionamento com os outros é preciso, primeiramente, que conquistemos um bom relacionamento com nós mesmos.

Leia o texto completo no post  O Simples e o Complexo nas relações Humanas.

22/1/2009   1 comentário