Tudo Sobre o Método DeRose em Curitiba

Imagens aleatórias... atualize para ver mais!

Uma receita de refresco com gengibre

Sweet Mint Tea
Creative Commons License photo credit: brianna.lehman

Esta receita foi  importada do Blog da Unidade Centro Cívico.

Provei ontem no Sat Chakra, muito boa! Recomendo :)

Shiva Bull

Ingredientes

  • Xarope de guaraná
  • Gengibre
  • Limão taiti
  • Água mineral gelada

Preparo:

Bater todos os ingredientes no liquidificador. Quantidade à gosto.

Se quiser que fique mais doce, colocar mais xarope.

Se quiser que fique cítrico, colocar mais limão.

Se quiser que fique mais forte, colocar mais gengibre.

Peneirar e servir.

Dicas:
- não precisa adicionar açúcar, pois o xarope é adoçado.
- retire o miolo branco do limão para evitar o gosto amargo.

19/6/2009   Sem comentários

Uma abordagem simples mas intensa sobre educação

O escritor José Saramago nos conta sobre esta história, transformada em curta de animação, em seu blog:

Há alguns anos, Juan Pablo Etcheverry e Chelo Loureiro, que vivem na Galiza e trabalham em cinema, procuraram-me com o objectivo de fazer da “Flor” uma animação em plasticina, para a qual Emilio Aragón já tinha composto uma bela música. Pareceu-me interessante a ideia, dei-lhes a autorização que pediam e, passado o tempo necessário, inútil dizer que depois de muitos sacrifícios e dificuldades, o filme foi estreado. Eu próprio apareço nele, de chapéu e bastante favorecido na idade. São quinze minutos da melhor animação, que o público tem aplaudido em salas e festivais de cinema, como foram, no passado recente, os casos de Japão e Alasca. Como foi igualmente o prémio que acaba de lhe ser atribuído no Festival de Cinema Ecológico de Tenerife, felizmente ressurgido de uma paragem forçada de alguns anos. Chelo veio a nossa casa, trouxe-nos o prémio, uma escultura representando uma planta que parece querer ascender até ao sol e que, muito provavelmente, irá continuar a sua existência na Casa dos Bicos, em Lisboa, para mostrar como neste mundo tudo está ligado a tudo, sonho, criação, obra. É o que nos vale, o trabalho.

O curta-metragem termina com outra citação de Saramago, que nos diz:

E se as histórias para crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos? Seríamos realmente capazes de aprender o que durante tanto tempo temos tentado ensinar?

Isso faz lembrar de uma outra frase, esta de Chesterton, a respeito das histórias infantis ou dos contos de fada que, às vezes, na sua ingenuidade nos mostram mais contundentemente a realidade do que pilhas e pilhas de folhas de especulações:

Contos de Fadas são a pura verdade: não porque nos contam que os dragões existem, mas porque nos contam que eles podem ser vencidos.

Sempre me atraiu muito essa forma simples mas direta de abordagem.

2/6/2009   1 comentário

Ásanas: firmes, estéticos, confortáveis, agradáveis, estáveis

O Alessandro publicou em seu blog Eu Pratico Yôga um texto em que fala como encara hoje sua prática de ásanas:

Quando eu era um praticante muito inexperiente chegava ao máximo da posição logo no início da permanência (o método que eu pratico enfatiza a permanência e exclui a repetição). Se a permanência fosse longa, rapidamente a posição ficava desconfortável. Em vez de me fazer sentir prazer, fazia-me sentir desconforto.

(…)

E não tem jeito. Se não é confortável não é ásana. Se não é estável, também não. Isso não quer dizer, por outro lado, que você não deva buscar o aumento de seus limites de maneira orgânica, constante e disciplinada.

Gostei muito, porque ele observa a definição de ásana, que diz que a posição deve ser firme e agradável. Se perder estas características, que abarcam também a estética, o conforto e a estabilidade, deixa de ser ásana.

21/5/2009   Sem comentários

Strogonoff de pinhão da Zu

Época de pinhão...
Creative Commons License photo credit: Danny Botelho

Já que por aqui é tempo de pinhão…

Ingredientes:

  • 1kg de pinhão cozido, descascado e cortado ao meio
  • 4 latas de molho de tomate
  • 1 vidro de ketchup picante
  • 3 caixas de creme de leite
  • 1 vidro de palmito picado
  • 1 vidro de champignon em conserva
  • 2 cebolas grandes
  • 2 latas de seleta de legumes
  • cominho
  • pimenta calabresa
  • azeite de oliva

Preparo:

  • refogar a cebola picada no azeite.
  • acrescentar o palmito, o champignon, as seletas de legumes.
  • apos aquecer acrescentar o ketchup e o molho de tomate.
  • separar
  • refogar no azeite o pinhao e temperar com o cominho
  • acrescentar ao molho
  • acrescentar o creme de leite a pimenta calabresa e pronto
  • normalmente o sal do ketchup é suficiente, mas prove e – depois – use o tempero que preferir

13/5/2009   6 comentários

O Desejo, por Ivan Capelatto

Esta palestra de Ivan Capelatto enfoca uma questão fundamental em nossa natureza, que ocupa os que estudaram a psique, a partir de Freud, passando por Jacques Lacan e Maud Mannoni: “O que é o desejo?”. Capellato trata o ser humano como um ser de anseios, pois é da nossa natureza buscar sempre um objeto que preencha uma ausência primordial. Mas quando este objeto é conquistado, o desejo perde o significado. E, assim, seguimos como o rei Sísifo na mitologia, condenado a empurrar uma pedra para o alto de uma montanha, para vê-la descer tão logo chegue lá e, então, começar a tarefa mais uma vez.

12/5/2009   1 comentário

Heart Hunters

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Tenho feito com bastante frequência a prática de intronáutica do CD Desenvolva a Sua Mente.

Adaptei essa vivência ao meu cotidiando a ponto de já estar assimilada. Uso o momento de trânsito de uma aula para a outra no período da manhã para realizar esta prática.

É bom demais. Já cedo, tenho a oportunidade de realizar ao mesmo tempo: treinamento de pratyáhára, púja, o reforço das minhas metas a partir de mentalizações, um treinamento de vizualização e por fim meditação.

É interessante peceber que, a cada uma das vezes que pratico, algum aspecto diferente da gravação se evidencia. Ora uma frase soa mais importante, ora o pújá é que se intensifica, outra vez é  a vivência do ásana sem corpo ou a meditação que são melhor aproveitadas.

Hoje de manhã foi um trecho a respeito do nosso posicionamento profissional que me chamou mais a atenção:

Nossa missão como instrutores de SwáSthya Yôga não é doutrinar, nem mudar o pensamento de ninguém. Nossa missão consiste apenas em encontrar aqueles que já pensam da mesma forma e proporcionar a esses o grande presente que é saber que não estão sós, que há mais alguém no mundo que pensa da mesma forma.

Lembrei imediatamente de um trecho do livro Yôga a sério, de que gosto muito.

Head Hunters ou Heart Hunters

A Nossa Cultura não é doutrinária. Entendemos que as pessoas ou já estão prontas para compreender, gostar e valorizar nossas propostas ou jamais estarão. Por isso não acreditamos em catequizar. Dessa forma, posicionamo-nos como head hunters (caçadores de cabeças) ou, melhor ainda, como heart hunters (caçadores de corações). Limitamo-nos a divulgar nossa forma de pensar e agir. Quem se sintonizar com ela, se nos procurar, estaremos de braços abertos.

É bem isso!!!!

Sobre o tema: Agradecimento aos pais (texto para formatura dos instrutores de SwáSthya Yôga do PR em 2008)

22/4/2009   3 comentários

Abhyása: a importância de um treinamento de constância

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Yatna é o exercício da vontade e sthita é permanecer firmemente em algum lugar ou situação. Abhyása é manter a força de vontade direcionada. Faz referência justamente a prática constante para conseguir o estado de nirôdha.

O treinamento de abhyása, além de muitas outras coisas, pode provocar no praticante uma maior determinação em progredir.

É impressionante como, ao praticarmos seguidas vezes uma mesma sequência de técnicas do Yôga Antigo, passamos a nos aprofundar de tal forma que torna-se evidente uma crescente e motivadora evolução.

Ao mantermos a disciplina, focando alguma das técnicas do  SwáSthya Yôga, sentimos mais e mais o quanto são efetivas essas ferramentas de aprimoramento de que é constituído o sádhana, podendo perceber sensivelmente nosso progresso.

Seja através de um treinamento diligente de ásana ou de samyama, em qualquer que seja o foco, se mantivermos uma prática que não se modifique, passaremos a perceber nuances da vivência das técnicas, que inúmeras vezes deixamos para trás sem que as experimentássemos  com plenitude que poderíamos.

Normalmente, por muito tempo, não praticamos assim.

Variamos ao máximo, até mesmo para conhecermos as técnicas.

Hoje, quando habitualmente faço as minhas práticas de monitoria ainda é assim: pratico, buscando além do aprofundamento  máximo naquilo que está sendo passado, também estar atenta aos detalhes da indução que nem sempre estão escritos em livros e que acabam sendo repassadas apenas por parampará. Neste ponto, como estou sendo conduzida por meu instrutor, a vivência acaba sendo ao mesmo tempo prática e aprendizado. As práticas, como devem ser, são bastante variadas. Ao mesmo tempo que estou praticando, acabo aprendendo algo mais detalhado ou treinando mais algum determinado ponto em que sei que é necessário evoluir. E é bom que seja assim.

Mas não é disso que inicialmente comecei falando. Falei em fazer a mesma sequência de técnicas, da mesma forma, para aprofundar.

Além da prática diligente com o meu instrutor tenho algumas formas já assimiladas para treinar esse aprofundamento que mencionei.

Como esse tipo de treinamento só me fez querer manter mais e mais a disciplina, compartilho com você a minha vivência (não para você fazer igual, claro, mas para que tenha uma idéia do que é possível fazer e adaptar para o seu momento um treinamento que possa manter como constante e práticamente imutável):

  • Uma delas é usar com constância o CD Desenvolva a sua mente (mais de 4x por semana).

As outras são:

  • A coreografia (que só é modificada uma vez por ano e treinada da mesma forma durante o ano inteiro),
  • Um treinamento de ásanas (que é o mesmo há mais de 4 anos),
  • Uma prática ortodoxa de 2h (que é feita sempre da mesma forma),
  • Samyama (que é treinado em todas as práticas, mesmo nas de monitoria, da mesma forma).

Fica para você um incentivo: além de manter as práticas regulares, escolha uma forma de treinar o seu aprofundamento individual em alguma das técnicas.

Isso será muito efetivo para que você mesmo possa perceber, sentir e até mesmo medir o seu progresso.

(A citação acima foi retirada do post: Comentário dos Sútras I-13-Abhyása de Marco Carvalho)

22/4/2009   4 comentários

Gurusêvins

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No sat chakra desta quarta-feira, dia 8, fizemos uma homenagem aos gurusêvins.

Na foto acima estou lendo o seginte texto:

Gurusêvins

Gurusêvins são os obreiros da nobreza interior, os arquitetos da raça humana.

Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas.

Essas pessoas são os paladinos da dedicação. São seres de luz, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de si e em deixar um rastro de boas obras por onde passam.

Tais paladinos costumam estar sempre disponíveis e até mesmo oferecer-se para realizar, anonimamente, trabalhos de suma importância, sem esperar nenhuma recompensa nem remuneração. Sua gratificação é saber que o trabalho foi realizado a contento.

Enquanto a maior parte destrói, esses poucos heróis da Humanidade constroem e fazem-no com a força de milhares, pois, mesmo sob o assédio destruidor da maioria, a Humanidade progride graças aos que se doam.

Os verdadeiros paladinos mais cedo ou mais tarde serão convidados a participar de um seleto grupo de praticantes, denominado Círculo Interno. Toda Unidade possui o seu Círculo Interno, sua Guarda de Honra, constituída por Gurusêvins dedicados. O Círculo Interno é um grupo discreto. Para fazer parte dele, só sendo convidado. Para tanto é preciso ter mérito. Tudo é levado em conta.

DeRose

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9/4/2009   5 comentários

Hino da Uni-Yôga

6/4/2009   1 comentário

Desamador, de Fabrício Carpinejar

Não sou capaz de amar por piedade. Amar é estar no mesmo nível, com a mesma altura dos ombros, o tremor de balbuciar e logo beijar para não esquecer o que o corpo pede. Não é rebaixar ou cumprir um favor. Amar não é uma compensação.

Amar não dá poder, é o despoder. Ensina a generosidade, a vontade de se diminuir para que o amor aumente. Amar é ceder o gosto, a vida, o futuro. É oferecer a metade da gaveta, da cama, da luz, do banho, da mesa, da folha. É oferecer o que ainda nem se chegou a conhecer.

Leia na íntegra em: Fabrício Carpinejar

6/4/2009   Sem comentários