A receita que prepararei na virada do ano? Strogonoff DeRose!!!!
Já virou tradição.
Este ano foram os não vegetarianos da casa que pediram para que a receita se repetisse.
Com certeza os pedidos serão atendidos com todo o carinho. Para a felicidade de todos… vegetarianos ou não
A receita? Indico abaixo:
Strogonoff DeRose
- Cebolas;
- Palmito macio;
- Cogumelos;
- Queijo mozzarella;
- Provolone e um terceiro à sua escolha;
- Molho de tomate;
- Natas ou béchamel ou iogurte;
- Orégano;
- Cardamomo em pó;
- Noz moscada;
- Molho de pimenta verde ou vermelha, quantidades a gosto.
Fonte: Uni-Yôga, Alimentação Vegetariana – Chega de Abobrinha, DeRose – Ed. Nobel
31/12/2008 Sem comentários
Preceitos aos Instrutores de Yôga
São dez os preceitos.
Indico os primeiros aqui. Os outros você pode ler no Blog do DeRose.
- Só ensines aquilo que dominares bem.
- Não hesites em confessar ignorância sobre o que desconheceres. Sábio é aquele que conhece seus limites e tolo, o que quer ter resposta para tudo.
- Determina-te a superar-te a cada dia, para aprender o que não souberes e crescer como pessoa humana.
- Procura dosar teu ensinamento, transmitindo a cada pupilo apenas aquilo que ele puder digerir, pois a mesma luz que ilumina os olhos é a que pode cegá-los se for excessiva.
- Como a semente do carvalho tem uma árvore dentro de si, cada discípulo é um Mestre em potencial. Ao transmitir o ensinamento, lembra-te de ensinar sobre como perpetuar a mensagem; e faz como o carvalho que firma suas raízes e espalha seus ramos.
31/12/2008 Sem comentários
Confraternização de fim de ano
Posto aqui algumas das fotos do Sat Chakra de encerramento de 2008 na Associação dos Profissionais de Yôga do Alto da XV.
Como podem ver foi uma máhá festividade interunidades.
Para ver mais é só ir para o Blog da Unidade Alto da XV.












19/12/2008 Sem comentários
Novo Programa do Curso Básico
É com muito gosto que comunico a finalização, por DeRose, da nova edição do livro: Programa do Primeiro Ano do Curso Básico de Yôga.
A notícia acabou de ser postada por ele em seu blog.
O livro Programa do Curso Básico é fundamental tanto para o iniciante no Yôga, quanto para o graduado com pretensões de formação profissional nessa área.
É uma compilação de textos de DeRose, organizada de forma que complementa e esclarece as aulas teóricas ministradas por ele.
É utilizado nas avaliações das Federações de Yôga e conta com uma quantidade impressionante de informações valiosas sobre esta filosofia.
15/12/2008 Sem comentários
Virtual X Real
14/12/2008 1 comentário
Ahimsá: Não-agressão
No post ética na tradição do Yôga, apresentei as prescrições e as proscrições éticas fundamentais a serem observadas pelo yôgin.
Mostrei que são 10 no total, divididas em dois grupos de 5:
5 regras são proscritivas, baseadas no não fazer – yamas
- ahimsa: a não-agressão
- satya: a verdade
- astêya: não roubar
- brahmácharya: a não dissipação da sexualidade
- aparigraha: a não-possessividade
5 regras são prescritivas, baseadas no fazer – niyamas.
- sauchan:a limpeza
- santôsha: o contentamento
- tapas: a auto-superação
- swádhyáya: o auto-estudo
- íshwara pranidhána: a auto-entrega
Num outro post, explanei sobre uma das regras do segundo grupo, para ser observada portanto, Tapas: esforce-se, mas sem forçar.
Hoje indicarei um post que fala sobre a norma da não-agressão: Ahimsá.
Leia no blog Livre Pensar do Yôga, o texto do Instr. Fábio Euksuzian: Esclarecimentos sobre o tão violentado ahimsá.
Um trecho para ilustrar:
Em minha opinião, ahimsá é, antes de mais nada, um intenso treinamento de tapas, termo sânscrito que significa literalmente calor, arder, mas que comumente é traduzido como auto-superação, pois designa em um certo sentido, um controle sobre nossos condicionamentos. Por exemplo, desde crianças aprendemos, muito mais pela observação (e essa é uma das mais eficazes técnicas de ensino) que é normal e natural fofocar sobre a vida alheia, espargir maledicências sem necessidade, odiar o trabalho que nos dá sustento, reclamar o tempo todo de tudo e de todos, desejar que o outro esteja sempre um degrau abaixo de você, fazer mecanicamente o que não se gosta, e por final, aniquilar qualquer bichinho que cruze o nosso caminho (quem quando criança, nunca pisoteou uma formiga ou exterminou um tatu bola, simplesmente porque era o que todos faziam?). Enfim, todas as situações acima são graus diferentes da não observância de ahimsá. Portanto, para que o nosso voto seja realmente verdadeiro e transformador com relação aos animais, ele deve estar perpetrado amorficamente em nossos corações, sem qualquer restrição ou pré-conceitos, passando por pensamentos, palavras, ações e hábitos. Não pense que a tarefa é fácil, pois não é, e digo isso por experiência própria.
13/12/2008 Sem comentários
Etiqueta social no trabalho

Indico aqui, algumas observações comportamentais básicas aplicadas ao ambiente profissional.
Elas foram retiradas do livro Etiqueta social pronta para usar, de Josué Lemos da Silveira, apresentado para mim pelo Instr. Alexandre Meireles, que hoje, além de amigo de longa data, tenho o prazer de ter como colega de profissão.
Resolvi transmitir estas regras levando em conta que, como praticantes de SwáSthya Yôga, valorizamos muito o nosso tempo e o nosso bem estar.
Como é comum que se passe boa parte do tempo em ambiente profissional, nada melhor que passar esse tempo da melhor forma possível.
Considero que, se bem aplicadas, estas regras podem evitar muitos contratempos.
Melhor que isso, podem promover sólidas amizades, reforçar o companheirismo profissional, e, por consequência, gerar muitos bons resultados.
Aí vão elas:
- Cumprimentar os companheiros quando se chega ao trabalho, de forma simpática. Dizer “bom-dia”, “boa tarde”, “como vai?” ou “até logo” é agradável e gera atitudes positivas.
- Discordar não significa alterar o tom de voz, esbugalhar os olhos, espumar pela boca, bater os pés ou dar murros na mesa. Pelo contrário. Discordar de uma idéia, de uma conclusão ou de uma atitude pode ser feito com firmeza e convicção, mas sem necessidade de descortesia ou agressões.
- Tratar todos os colegas de trabalho com a mesma simpatia, sem demonstrar preferências pessoais, ajuda a formar grupos sólidos com reciprocidade de confiança.
- Não formar “panelas”. As famosas “panelinhas” dão margem a conflitos e divisões.
- Local de trabalho não é lugar de fofocas. O fofoqueiro tende a ser visto com desconfiança e como mero instrumento de informação e, pela falta de outras qualidades, como alguém que procura ter poder por meio da fofoca. Na verdade, ele não é uma pessoa ética e muito menos em alguém em quem se confia. Quaisquer comentários pessoais e subjetivos devem ser evitados ou restringidos ao máximo, até porque, como diz o ditado popular, “as paredes têm olhos e ouvidos”. É possível que as pessoas que ouviram os comentários os transformem em fofocas ou os usem para prejudicar o seu autor. Se o que vai comentar pode não ser útil, nem bondoso ou verdadeiro, então…não se fala!
- Lembrar que a melhor comparação que se pode fazer de um local de trabalho é com navios. Se cada um não fizer a sua parte, se todos não se entenderem, se todos não tiverem um objetivo comum, se os integrantes dos grupos não se respeitarem…o navio afunda e leva com ele…todos.
- Local de trabalho não é lugar para resolver problemas pessoais ou familiares, usá-lo rotineiramente com esta finalidade é inconveniente e gera rejeição.
- Dedicação e compromisso (não só envolvimento) são os melhores exemplos de profissionalismo.
- Franqueza demais ou inoportuna pode gerar reações indesejáveis.
- Para ser agradável e bem-vindo no ambiente de trabalho, deve-se ter atitudes amistosas e simpáticas. Mau humor não ajuda em nada.
13/12/2008 3 comentários
Sutilezas…
Acredito que é de sutilezas que bons relacionamentos se constroem.
Creio piamente que são as sutilezas que tornam indestrutíveis as amizades, os namoros, os casamentos, o relacionamento entre pais e filhos, irmãos e irmãs, entre netos e avós…
São as demonstrações de carinho, sinceras, mas constantes que alimentam esse carinho ainda mais.
Ás vezes este sentimento pode existir, mas se não demonstrado é como se não ocorresse .
Sem demonstrá-lo, ele pode-se tornar esquecido; ele pode ser suplantado por outros sentimentos, mais constantes e não tão positivos.
Não raramente gostamos muito de uma pessoa, mas convivemos tanto com ela que, pequenos atritos, banais e diários, acabam sendo mais constantes do que o carinho demonstrado.
No fim de ano, nos aniversários, em datas convencionadas é que percebemos mais isso.
É quando vamos escrever os cartões, comprar os presentes e sentimos que não conseguimos nos expressar bem que nos damos conta…
Parece que não há cartão tão querido ou presente perfeito para representar o que sentimos…
E realmente não há…
Mesmo que tenhamos o maior carinho do mundo por alguém, expressá-lo só em uma data convencionada soa oco, parece falso, mesmo que não seja…
O medo de artificialidade ou de cair no lugar comum é por que essa expressão não deveria ter data para acontecer…
Achei lindo quando vi a figura acima, um pacote de lanche comum, cotidiano, completamente corriqueiro, mas pintado por alguém…para alguém…
Imaginei a felicidade de uma criança abrindo sua lancheira e vendo seu sanduba com uma carinha feliz, ou uma avó recebendo numa segunda-feira bem comum flores e um cartão…são essas coisa que fazem emocionar…são essas coisas que nos fazem PRESENTES.
Lembro que minha mãe, ao invés de me acordar com despertador para ir para a escola, deixava ao lado da minha cama uma caixa de música tocando…tenho-a até hoje…
Lembro da minha avó que… quando mudei de colégio e não queria ir para a aula, pendurou por algumas semanas em sua varanda, que estava no trajeto da escola, uma faixa de lençol, pintada “bom dia Júlia” ou “boa aula, neta querida”…eu ia para a aula só para ver o que minha avó tinha escrito…
lembro do meu pai fazendo café preto para mim e levando na cama, no sábado, com gibis e revistas que tinha comprado… de um namorado me esperando na frente de um teatro com um girassol gigante, porque dias antes havia dito que gostava…lembro de receber de um amigo um livro, sem data especial, só porque ele havia lido e pensado em mim…
Incontáveis foram os dias que recebi, de surpresa, da mesma pessoa, flores no meio de meu trabalho…incontáveis vezes em que as PESSOAS se tornaram PRESENTES.
Sou dessas, bem comuns, que ao receber de natal, ou de aniversário, ou em alguma festividade um presente comprado às pressas vai pensar “não precisava”… mas isso não quer dizer que eu não quisesse essa pessoa, que me deu o presente, bem presente.
6/12/2008 5 comentários
Que me seja permitido desaprender os limites…
“Não me deixe viver o que posso, que me seja permitido desaprender os limites.”
Carpinejar
6/12/2008 Sem comentários
Pronunciamento da Uni-Yôga sobre o caso Cristóvão de Oliveira
Respondendo a consultas sobre a nossa posição com respeito às reportagens veiculadas sobre o prof. Cristóvão de Oliveira, temos a declarar o seguinte:
- Existem 108 modalidades de Yôga. A nossa orientação, de linhagem tradicional e antiga, é diametralmente diferente da do professor em questão. Por isso mesmo, não podemos e nem devemos julgá-lo.
- Por outro lado, precisamos alertar para o fato de que acidentes ocorrem o tempo todo em medicina, engenharia e noutras profissões. No caso do mencionado professor, não cabe a nós avaliar se o incidente ocorreu exatamente como descrito, uma vez que não estamos habilitados na modalidade de trabalho que é preconizada por ele.
- Todos sabem que quando a cabeça de uma pessoa se sobressai ela costuma ser impiedosamente decapitada. Não estamos acusando nem defendendo a pessoa que sofreu as acusações. Apenas, procuramos ser ponderados e menos apressados em julgar, pois sabemos que em todas as ocorrências existem três percepções: a sua, a dele e a verdadeira.
6/12/2008 Sem comentários





