Pújá e ação efetiva
O primeiro post que escrevi, quando iniciei este blog, foi sobre Pújá: Pújá – Uma prática universal
Expliquei, na época, que escolhi primeiramente este tema, porque o pújá é a parte da prática de SwáSthya Yôga pela qual nutro mais carinho, e continua assim. Tanto que hoje, lendo o swasthya.marcocarvalho.com escolhi um post para linkar que completa e apresenta muito mais detalhadamente o que apontei.
No caso, este post explana mais a questão efetiva do púja, leia um trecho abaixo:
Honra, reverência, homenagem a alguém que o antecedeu. Estas são algumas traduções e possibilidades de pújá. O termo báhya designa: parte externa, exterior, algo do lado de fora. O termo manasika designa algo feito ou concebido somente em nossa mente. Bháva é o sentimento que confere poder a ação que esteja fazendo, literamente designa: existir, tornar a ser, tornar verdadeiro, verdade (no sentido de existência). Pronto assim temos todos os termos que irei usar daqui para frente.
Por que fazer ação efetiva (báhya pújá)
Antes, o báhya pújá era utilizado somente em ocasiões especiais: aniversários, comemorações, etc. Mas com o tempo, vimos que o praticante achava que só precisava mentalizar e pronto, o seu compromisso já estava concluido.
Algo como se eu rezar bastante vou passar no vestibular, mas não estudo nada, só rezo. Que efeito isso tem? Para tentar resolver isso, começamos a estimular dentro do anga pújá do sádhana ortodoxo a ação efetiva, o báhya pújá.
Leia mais sobre pújá efetivo clicando aqui.

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