Viparita ashtánga sádhana com DeRose
A foto acima foi tirada no fim de semana passado, após o viparita ashtánga sádhana para instrutores, ministrado por DeRose.
Acabei de encontrá-la no blog da instrutora Priscila Ramos.
Foi uma prática poderosa, com cerca de duas horas de duração. Aconteceu no hotel Renaissance, em São Paulo.
Fiquei muito feliz por ter participado.
Junto comigo estavam a instrutora Ana Lúcia Fior e os instrutores Tiago Demeneck e Ticiano Machado, integrantes da equipe da unidade Alto da XV.
Veja mais fotos no blog Yôgapress: agência internacional de noticias do Yôga.
Estava agora lembrando de como foi bom…e resolvi compartilhar…
20/6/2009 Sem comentários
Mentalize TUDO!

Mentalize tudo. Ao alimentar-se, ao caminhar, ao conduzir um veículo, ao procurar vaga para estacionar, ao fazer um negócio, ao comprar, vender, alugar, ao conversar com uma pessoa, ao fazer esportes, ao tomar uma medicação, ao cozinhar, enfim, em todas as situações use a sua mente. Você vai ficar admirado com o poder que tinha em suas mãos e não usava. Entretanto, é preciso que o uso de suas faculdades torne-se reflexo, tal como ao guiar um automóvel ou dançar. É preciso que você faça tudo automaticamente, caso contrário geraria stress e ainda por cima não sairia bem feito…
Para isso acontecer de forma reflexa, como qualquer outra coisa, é necessário treinar.
(Veja aqui um vídeo chamado: Everything’s possible with training)
O trecho acima encontra-se no encerramento do CD Desenvolva a Sua Mente, gravado por DeRose.
Esta gravação contém uma prática denominada intronáutica, a qual consiste em duas técnicas de Yôga: mentalização e meditação. Elas são bem diferentes entre si e ambas muito importantes.
Para praticar agora basta baixar o CD: Free Download no site da Uni-Yôga .
2/3/2009 2 comentários
Abraços Grátis
1/3/2009 2 comentários
Pronunciamento da Uni-Yôga sobre o caso Cristóvão de Oliveira
Respondendo a consultas sobre a nossa posição com respeito às reportagens veiculadas sobre o prof. Cristóvão de Oliveira, temos a declarar o seguinte:
- Existem 108 modalidades de Yôga. A nossa orientação, de linhagem tradicional e antiga, é diametralmente diferente da do professor em questão. Por isso mesmo, não podemos e nem devemos julgá-lo.
- Por outro lado, precisamos alertar para o fato de que acidentes ocorrem o tempo todo em medicina, engenharia e noutras profissões. No caso do mencionado professor, não cabe a nós avaliar se o incidente ocorreu exatamente como descrito, uma vez que não estamos habilitados na modalidade de trabalho que é preconizada por ele.
- Todos sabem que quando a cabeça de uma pessoa se sobressai ela costuma ser impiedosamente decapitada. Não estamos acusando nem defendendo a pessoa que sofreu as acusações. Apenas, procuramos ser ponderados e menos apressados em julgar, pois sabemos que em todas as ocorrências existem três percepções: a sua, a dele e a verdadeira.
6/12/2008 Sem comentários
Transforme o seu dia!
Ninguém pode estragar o seu dia, a menos que você permita.
O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo à banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção o amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana. Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou: – Ele sempre lhe trata com tanta grosseria? Sim, infelizmente é sempre assim. – E você é sempre tão atencioso e amável com ele? Sim, sou. Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você? – Porque não quero que ele decida como eu devo agir .
Nós somos nossos “próprios donos”. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mal-humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamo-os.
A maneira como você encara a vida, faz toda a diferença.
De Rafaella Coelho, Blog Viva Qualidade de Vida!
26/10/2008 1 comentário
Como entendemos, no SwáSthya Yôga, o conceito de Mestre
Só para pontuar, apresento aqui a forma como entendemos, no SwáSthya o conceito de Mestre:
O Mestre de Yôga não é um guia espiritual.
Mestre é o profissional que conhece profundamente uma arte ou técnica, o bastante para instruir e/ou supervisionar outros especialistas.
Exatamente como o é o chamado Mestre de Obras, o Mestre Cuca, o Mestre de Jangada, o Mestre de Capoeira.
Todos pessoas singelas, mas cuja autoridade não se questiona.
DeRose, portanto, é o meu Mestre, neste sentido.
É o meu supervisor, o professor que escolhi como referência em Yôga, pela sua excelência neste quesito.
O profissional a quem devo meus conhecimentos nesta filosofia milenar que é o Yôga.
A quem devo meu sincero agradecimento, tanto como praticante quanto como instrutora, pelos conhecimentos transmitidos e pelo exemplo de profissionalismo nesta área de conhecimento.
25/10/2008 1 comentário
Mas, afinal, o que é Yôga?
Informativo à respeito do que é a filosofia do Yôga.
Com download gratuito do livro:
Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga e jamais teve a intenção de perguntar.
Site de referência: Eu pratico Yôga.
25/10/2008 Sem comentários
Façamos novas todas as coisas
Para refletir:
Passamos muito tempo de nossa vida dando atenção, esforço e carinho para aspectos de nossa vida que nos trarão um retorno bem pequeno.
(…)
Há assuntos e trabalhos em nossa vida que precisam ser feitos, há outros que nem tanto. Comecemos abandonando esses assuntos de menor importância. Teremos mais tempo para dedicarmos a nós mesmos. Isso aumentará nossa qualidade de vida e mudará diversos outros fatores. Com isso, poderemos nos expor a mais atividades e vamos descobrir mais delas que nos trarão prazer.
Continue a leitura do artigo Árvore.
Publicado no Site da Uni-Yôga Bueno, Yôga em Goiânia.
Por Thiago Duarte, Instrutor da Uni-Yôga São Bernardo-SP, editor do Blog Reconstruindo Sentidos.
24/10/2008 Sem comentários
Algo que se aproxima daquilo que entendo por educação…
Antes de me tornar Instrutora de Yôga, iniciei o curso de Filosofia com o objetivo de me graduar nessa área.
Sempre gostei de textos que tratassem das questões peculiarmente humanas.
Sempre gostei das longas reflexões que só nós, bichos-homens, podemos fazer a respeito do Universo e de nós mesmos.
Ainda curso esta faculdade, mas agora sem qualquer objetivo profissional.
Hoje, continuo minha graduação apenas pelo prazer de permanecer em contato com o supra-sumo da Cultura Ocidental. E veja que existe muita coisa interessante, muitas idéias empoeiradas nestes livros antigos que ultrapassam em séculos a compreensão atual da maioria dos viventes destes dias…
Dentre os autores que li, mesmo antes de entrar na universidade, considero alguns subjetivamente mais importantes.
Justamente aqueles que, por afinidades de concepção de mundo, desde o primeiro contato, puderam me influenciar. Aqueles que através de suas idéias, tão metodicamente expostas, puderam fazer parte de quem sou hoje.
Sempre temos aqueles autores preferidos que fizeram, a partir de suas exposições, com que algo mudasse dentro de nós.
Aqueles que, nas conversas solitárias que temos às vezes conosco mesmos, em pensamentos, chamamos de colegas ou até amigos, desde a primeira leitura.
Um destes que considero especiais para mim é o francês Rousseau.
Citarei aqui um trecho de um livro deste autor, que por muito tempo ficou anotado em um de meus cadernos.
Este escrito clareou muito a minha visão a respeito do que até hoje consideramos ser Educação.
Quando era adolescente, li estas palavras e passei a pensar muito sobre o que realmente gostaria de saber, sobre o que gostaria de aprender e conhecer.
Percebi que, durante anos de estudo, não pude escolher o conteúdo de meu próprio aprendizado.
Que, durante muito tempo, todo o conteúdo passado a mim teve apenas a função de uma preparação para interesses exteriores. E nem sempre compatíveis com minhas curiosidades do momento em que vivia.
Percebi que sempre, desde pequena, fui preparada para uma sociedade ou para um mercado.
Jamais para ser eu mesma.
Jamais para que eu descobrisse quais seriam as minhas reais potencialidades e para saber o que fazer para desenvolvê-las.
Enfim, não que não se possa ensinar para a sociedade ou para o mercado. Não é esse o fato.
O fato é que em geral só se ensina isso.
E que essa educação para o exterior se dá em detrimento da transmissão de experiências que façam sentido para a realização do indivíduo.
O fato é que não é este tipo de educação que torna um ser humano realizado. Ela não permite a exploração do ser humano em suas particularidades.
Este tipo de educação inclusive poda a criatividade e as potencialidades individuais.
Normalmente consideramos gênio pessoas que nada mais fizeram do que se desenvolver independentemente da educação vigente em seu tempo (e não que isso não seja um grande mérito).
Importa que esta educação não tem o objetivo de tornar o aluno um homem feliz, ou completo… um homem desenvolvido plenamente em suas capacidades. Ela apenas torna os homens úteis.
Muitas vezes, apenas se ensina a servir, a ter um papel na sociedade, sem jamais levar em conta que aquele que está ali para aprender é muito mais do que isso.
Rousseau leva em consideração que seu aluno é, acima de tudo, um ser humano em formação.
Alguém que, independentemente de seuas funções na sociedade, tem seus próprios anseios, seu próprio tempo.
Que o aprendizado principal de alguém deveria sempre partir das questões que se põem de dentro para fora. Que o aprendizado seja motivado pelo anseio de saber do aluno e jamais de conteúdos genéricos impostos pelo professor.
Segue a citação:
Arrastados pela natureza e pelos homens a caminhos contrários, forçados a nos dividir entre esses diversos impulsos, seguimos uma composição que não nos leva nem a um nem a outro objetivo. Assim, combalidos e errantes durante toda nossa vida, terminamo-la sem termos podido entrar em contato com nós mesmos, e sem termos sido bons nem para nós nem para os outros.
(…)
Na ordem natural, sendo os homens todos iguais, sua vocação comum é a condição de homem, e quem quer que seja bem educado para tal condição não pode preencher mal as outras relacionadas com ela. Pouco me importa que destinem o meu aluno à espada, à igreja ou à barra. Antes da vocação dos pais a natureza o chama para a vida humana. Viver é o ofício que quero ensinar-lhe. Ao sair das minhas mãos, concordo que não será nem magistrado, nem soldado, nem padre; será Homem em primeiro lugar; tudo o que um Homem deve ser, ele será capaz de ser, e se preciso, tão bem quanto qualquer outro; e, ainda que a fortuna o faça mudar de lugar, ele estará sempre no seu.
O livro em que li estes trechos chama-se Emílio, ou da educação.
Emílio é o aluno imaginário o qual durante todo o livro Rousseau acompanha. Ele ensina a Emílo apenas o que acha necessário, motivado sempre pelas questões que vão surgindo através da vivência do próprio aluno da realidade que o cerca.
É muito interessante acompanhar o percurso de Emílio, desde seu nascimento até seu casamento.
O papel do preceptor é ao mesmo tempo ativo e passivo. Ele não interfere na ordem dos fatos e experiências do aluno, mas busca em cada situação vivida o contexto para aplicar a transmissão de um conhecimento.
Acho interessante exatamente isto, o respeito do professor pelo tempo interno do aluno e a sensibilidade de contextualizar o conhecimento, linkando-o sempre à realidade vivida por aquele que aprende.
Espero que tenha gostado também.
15/10/2008 2 comentários
História do Yôga no Brasil
Leia aqui o post a respeito dos acontecimentos que iniciaram a história do Yôga no Brasil.
Escrito no blog da Unidade Alto da XV, por Alessandro Martins.
Confira informações como: quem introduziu o Yôga no Brasil e quem escreveu o primeiro livro em lingua portuguesa.
5/10/2008 1 comentário






