Prática de SwáSthya (em dez minutos)
Veja mais no site do Instrutor Marco Carvalho
4/3/2010 Sem comentários
Campanha do Agasalho 2009

Estamos, mais uma vez, participando como parceiros da Campanha do Agasalho.
Tivemos este ano, a oportunidade de divulgar a iniciativa na televisão. A entrevista está no Blog do DeRose.
Se dispuser de alguns agasalhos que possa doar à campanha, aviso que estamos recebendo na Unidade Alto da XV.
Os agasalhos poderão também ser encaminhados à nossa Sede Central, na Alameda Jaú, 2000 ou a qualquer outra das nossas escolas.
Informações podem ser obtidas pelo telefone 3081-9821
Para saber mais sobre o projeto no Paraná leia o comentário postado pelo vice-presidente da Federação de Yôga no PR, no Blog do DeRose:
24/6/2009 Sem comentários
Viparita ashtánga sádhana com DeRose
A foto acima foi tirada no fim de semana passado, após o viparita ashtánga sádhana para instrutores, ministrado por DeRose.
Acabei de encontrá-la no blog da instrutora Priscila Ramos.
Foi uma prática poderosa, com cerca de duas horas de duração. Aconteceu no hotel Renaissance, em São Paulo.
Fiquei muito feliz por ter participado.
Junto comigo estavam a instrutora Ana Lúcia Fior e os instrutores Tiago Demeneck e Ticiano Machado, integrantes da equipe da unidade Alto da XV.
Veja mais fotos no blog Yôgapress: agência internacional de noticias do Yôga.
Estava agora lembrando de como foi bom…e resolvi compartilhar…
20/6/2009 Sem comentários
Qualidade de Vida
by castielli
Post original do Blog do DeRose:
Nossa Definição de Qualidade de Vida:
Síntese: Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar.
Fundamentação, elaborada a partir do texto que o praticante Maurício Waly de Paulo postou como comentário em nosso blog. Ficou assim depois de fazermos alguns ajustes:
Qualidade de vida é suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, é adotarmos hábitos que promovam e mantenham a funcionalidade do corpo, do emocional e do mental, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades, através da boa alimentação, boa forma e boa cabeça – isto é Yôga.
Qualidade de vida é relacionar-se de forma descontraída, ética e responsável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho aos nossos relacionamentos, mediante da adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação – isto é Tantra.
Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, ideais e autoconhecimento – isto é Sámkhya.
Conclusão: qualidade de vida resume-se na proposta de um Yôga de fundamentação Tantra e Sámkhya, isto é, o Yôga Pré-Clássico – SwáSthya Yôga.
Valeu Maurício!!!!!
19/6/2009 1 comentário
Uma receita de refresco com gengibre

photo credit: brianna.lehman
Esta receita foi importada do Blog da Unidade Centro Cívico.
Provei ontem no Sat Chakra, muito boa! Recomendo
Shiva Bull
Ingredientes
- Xarope de guaraná
- Gengibre
- Limão taiti
- Água mineral gelada
Preparo:
Bater todos os ingredientes no liquidificador. Quantidade à gosto.
Se quiser que fique mais doce, colocar mais xarope.
Se quiser que fique cítrico, colocar mais limão.
Se quiser que fique mais forte, colocar mais gengibre.
Peneirar e servir.
Dicas:
- não precisa adicionar açúcar, pois o xarope é adoçado.
- retire o miolo branco do limão para evitar o gosto amargo.
19/6/2009 Sem comentários
Strogonoff de pinhão da Zu

photo credit: Danny Botelho
Já que por aqui é tempo de pinhão…
Ingredientes:
- 1kg de pinhão cozido, descascado e cortado ao meio
- 4 latas de molho de tomate
- 1 vidro de ketchup picante
- 3 caixas de creme de leite
- 1 vidro de palmito picado
- 1 vidro de champignon em conserva
- 2 cebolas grandes
- 2 latas de seleta de legumes
- cominho
- pimenta calabresa
- azeite de oliva
Preparo:
- refogar a cebola picada no azeite.
- acrescentar o palmito, o champignon, as seletas de legumes.
- apos aquecer acrescentar o ketchup e o molho de tomate.
- separar
- refogar no azeite o pinhao e temperar com o cominho
- acrescentar ao molho
- acrescentar o creme de leite a pimenta calabresa e pronto
- normalmente o sal do ketchup é suficiente, mas prove e – depois – use o tempero que preferir
13/5/2009 6 comentários
Heart Hunters
Tenho feito com bastante frequência a prática de intronáutica do CD Desenvolva a Sua Mente.
Adaptei essa vivência ao meu cotidiando a ponto de já estar assimilada. Uso o momento de trânsito de uma aula para a outra no período da manhã para realizar esta prática.
É bom demais. Já cedo, tenho a oportunidade de realizar ao mesmo tempo: treinamento de pratyáhára, púja, o reforço das minhas metas a partir de mentalizações, um treinamento de vizualização e por fim meditação.
É interessante peceber que, a cada uma das vezes que pratico, algum aspecto diferente da gravação se evidencia. Ora uma frase soa mais importante, ora o pújá é que se intensifica, outra vez é a vivência do ásana sem corpo ou a meditação que são melhor aproveitadas.
Hoje de manhã foi um trecho a respeito do nosso posicionamento profissional que me chamou mais a atenção:
Nossa missão como instrutores de SwáSthya Yôga não é doutrinar, nem mudar o pensamento de ninguém. Nossa missão consiste apenas em encontrar aqueles que já pensam da mesma forma e proporcionar a esses o grande presente que é saber que não estão sós, que há mais alguém no mundo que pensa da mesma forma.
Lembrei imediatamente de um trecho do livro Yôga a sério, de que gosto muito.
Head Hunters ou Heart Hunters
A Nossa Cultura não é doutrinária. Entendemos que as pessoas ou já estão prontas para compreender, gostar e valorizar nossas propostas ou jamais estarão. Por isso não acreditamos em catequizar. Dessa forma, posicionamo-nos como head hunters (caçadores de cabeças) ou, melhor ainda, como heart hunters (caçadores de corações). Limitamo-nos a divulgar nossa forma de pensar e agir. Quem se sintonizar com ela, se nos procurar, estaremos de braços abertos.
É bem isso!!!!
Sobre o tema: Agradecimento aos pais (texto para formatura dos instrutores de SwáSthya Yôga do PR em 2008)
22/4/2009 3 comentários
Abhyása: a importância de um treinamento de constância
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tatra sthitauyatno’bhyásah
Yatna é o exercício da vontade e sthita é permanecer firmemente em algum lugar ou situação. Abhyása é manter a força de vontade direcionada. Faz referência justamente a prática constante para conseguir o estado de nirôdha.
O treinamento de abhyása, além de muitas outras coisas, pode provocar no praticante uma maior determinação em progredir.
É impressionante como, ao praticarmos seguidas vezes uma mesma sequência de técnicas do Yôga Antigo, passamos a nos aprofundar de tal forma que torna-se evidente uma crescente e motivadora evolução.
Ao mantermos a disciplina, focando alguma das técnicas do SwáSthya Yôga, sentimos mais e mais o quanto são efetivas essas ferramentas de aprimoramento de que é constituído o sádhana, podendo perceber sensivelmente nosso progresso.
Seja através de um treinamento diligente de ásana ou de samyama, em qualquer que seja o foco, se mantivermos uma prática que não se modifique, passaremos a perceber nuances da vivência das técnicas, que inúmeras vezes deixamos para trás sem que as experimentássemos com plenitude que poderíamos.
Normalmente, por muito tempo, não praticamos assim.
Variamos ao máximo, até mesmo para conhecermos as técnicas.
Hoje, quando habitualmente faço as minhas práticas de monitoria ainda é assim: pratico, buscando além do aprofundamento máximo naquilo que está sendo passado, também estar atenta aos detalhes da indução que nem sempre estão escritos em livros e que acabam sendo repassadas apenas por parampará. Neste ponto, como estou sendo conduzida por meu instrutor, a vivência acaba sendo ao mesmo tempo prática e aprendizado. As práticas, como devem ser, são bastante variadas. Ao mesmo tempo que estou praticando, acabo aprendendo algo mais detalhado ou treinando mais algum determinado ponto em que sei que é necessário evoluir. E é bom que seja assim.
Mas não é disso que inicialmente comecei falando. Falei em fazer a mesma sequência de técnicas, da mesma forma, para aprofundar.
Além da prática diligente com o meu instrutor tenho algumas formas já assimiladas para treinar esse aprofundamento que mencionei.
Como esse tipo de treinamento só me fez querer manter mais e mais a disciplina, compartilho com você a minha vivência (não para você fazer igual, claro, mas para que tenha uma idéia do que é possível fazer e adaptar para o seu momento um treinamento que possa manter como constante e práticamente imutável):
- Uma delas é usar com constância o CD Desenvolva a sua mente (mais de 4x por semana).
As outras são:
- A coreografia (que só é modificada uma vez por ano e treinada da mesma forma durante o ano inteiro),
- Um treinamento de ásanas (que é o mesmo há mais de 4 anos),
- Uma prática ortodoxa de 2h (que é feita sempre da mesma forma),
- Samyama (que é treinado em todas as práticas, mesmo nas de monitoria, da mesma forma).
Fica para você um incentivo: além de manter as práticas regulares, escolha uma forma de treinar o seu aprofundamento individual em alguma das técnicas.
Isso será muito efetivo para que você mesmo possa perceber, sentir e até mesmo medir o seu progresso.
(A citação acima foi retirada do post: Comentário dos Sútras I-13-Abhyása de Marco Carvalho)
22/4/2009 4 comentários
Gurusêvins
No sat chakra desta quarta-feira, dia 8, fizemos uma homenagem aos gurusêvins.
Na foto acima estou lendo o seginte texto:
Gurusêvins
Gurusêvins são os obreiros da nobreza interior, os arquitetos da raça humana.
Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas.
Essas pessoas são os paladinos da dedicação. São seres de luz, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de si e em deixar um rastro de boas obras por onde passam.
Tais paladinos costumam estar sempre disponíveis e até mesmo oferecer-se para realizar, anonimamente, trabalhos de suma importância, sem esperar nenhuma recompensa nem remuneração. Sua gratificação é saber que o trabalho foi realizado a contento.
Enquanto a maior parte destrói, esses poucos heróis da Humanidade constroem e fazem-no com a força de milhares, pois, mesmo sob o assédio destruidor da maioria, a Humanidade progride graças aos que se doam.
Os verdadeiros paladinos mais cedo ou mais tarde serão convidados a participar de um seleto grupo de praticantes, denominado Círculo Interno. Toda Unidade possui o seu Círculo Interno, sua Guarda de Honra, constituída por Gurusêvins dedicados. O Círculo Interno é um grupo discreto. Para fazer parte dele, só sendo convidado. Para tanto é preciso ter mérito. Tudo é levado em conta.
DeRose
9/4/2009 5 comentários
Nossa corrente é espiritualista?
DeRose escreveu hoje em seu blog sobre as raízes naturalistas do SwáSthya Yôga.
A temática do post foi motivada pela pergunta frequente : nossa filosofia espiritualiza?
Abaixo vai o esclarecimento dado por ele:
O Hinduísmo é constituído por seis darshanas (pontos de vista). Dois desses pontos de vista são filosofias teóricas que podem ser aplicadas para fundamentar a nossa filosofia prática:
Vêdánta, espiritualista, que teve seu apogeu no período medieval da Índia; e
Sámkhya, naturalista, que teve seu apogeu na antiguidade Clássica e Pré-Clássica. Nossa fundamentação é Pré-Clássica, logo, ela é baseada na filosofia Sámkhya – naturalista.
Na verdade, esses dois pontos de vista podem parecer antagônicos (e o são mesmo se os analisarmos por uma ótica externa), mas, para o filósofo que os conheça bem, não há contradição intrínseca entre eles. O primeiro parte do princípio de que tudo é espiritual em diferentes níveis de densificação até chegar aos patamares mental, emocional, energético e físico denso. O segundo, parte do princípio de que tudo é matéria em diferentes níveis de sutilização, até alcançar os patamares energético, emocional, mental e os que estão acima dele.
Espiritualismo é uma coisa e espiritualidade é outra. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. Qualquer vertente da Nossa Cultura, de qualquer modalidade, desde que autêntica, desenvolve a espiritualidade.
Contudo…
A espiritualidade é uma função biológica. É como a digestão. Todos a temos: uns, melhor; outros, nem tanto. Nossa Cultura a aprimora. Contudo, ficar com fixação sobre isso é sinal de distúrbio psicológico. Você só pensa na sua digestão quando ela não está funcionando bem. É a mesma coisa com a espiritualidade. Imagine alguém lendo livros sobre digestão, indo a conferências sobre digestão, debatendo sobre digestão e seguindo Mestres de digestão! Essa pessoa deve ser doente da função digestiva… Quem assiste a palestras sobre espiritualidade, lê livros sobre esse tema, debate-o, ou segue Mestres espirituais, por analogia, também deve ser uma pessoa doente da espiritualidade. Caso contrário, desfrutaria dela com naturalidade e a aprimoraria com discrição.
6/4/2009 Sem comentários




