Tudo Sobre o Método DeRose em Curitiba
Imagens aleatórias... atualize para ver mais!

Steve Jobs em discurso de formatura: “Você tem que encontrar o que você ama”

Veja aqui o vídeo do discurso de Steve Jobs

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

17/11/2008   2 comentários

Sobre relacionamentos: indicação de blog

O blog não dois, não um pretende tratar com lucidez do tema: relacionamento afetivo.

Quem o escreve é Gustavo Gitti.

Sobre o nome do blog ele explica:

A expressão “não dois, não um” vem dos ensinamentos sobre a não-dualidade, presentes em todas as tradições espirituais da humanidade. Os sábios dizem “não um” para nos lembrar de que a unidade não nega a multiplicidade, que a natureza última do universo não é uma pasta uniforme sem nenhuma individualidade, sem dualidade, sem separação (conceito equivocado de unidade). E dizem “não dois” para que não pensemos que a dualidade exclua a unidade subjacente, para que não nos esqueçamos que a multiplicidade é sempre aparência, manifestação, tessitura onírica. É também uma expressão característica de um caminho além dos extremos de envolvimento cego com os fenômenos, por um lado, e afastamento ascético do mundo, por outro.

A dupla negação ( neti neti) é um recurso comum em discursos espirituais pois, sabendo que a liberdade primordial tudo aceita e não se contrasta com nada, não podemos fazer nenhuma afirmação a seu respeito sem incorrer em equívocos. Assim também um casal de amantes: não dois, não um…

A pergunta central aqui é: como manter a liberdade em meio aos relacionamentos amorosos? Sem negar a sedução, o envolvimento, o sexo e nossas paixões, como treinar um outro tipo de amor mais lúcido? Como fazer das relações íntimas uma prática de sabedoria e compaixão?

No contexto do site, o editor criou uma sequencia de entrevistas com homens que pudessem “sem segredos” compartilhar conhecimentos nesse sentido.

Dois daqueles que se dispuseram apresento aqui: Marco Carvalho e Alessandro Martins.

Leia aqui as entrevistas do Marco e do Ale!

Espero que gostem tanto quanto eu!

17/11/2008   Sem comentários

Sopa de coco e cogumelos…eu garanto :)

Celery Love #3
Creative Commons License  kramerhawks

Retirada do livro: Cozinhando para amigos, de Heloisa Barcellar.

Livro maravilhoso, diga-se de passagem…rico nas receitas, nas fotografias, no acabamento, um capricho…

Desde que ganhei o livro, pude utilizá’-lo sem restrições, pois inumeras das receitas do livro não levam carnes. Inclusive, o livro conta com um capítulo chamado: Um jantar vegetariano.

Da variedade de pratos que fiz tendo como base o livro, posso dizer: todos aprovados!

…eu e meus amigos :)

Bem, escolhi a sopa de coco com cogumelos porque jamais ousaria tal combinação…fiz em pouca quantidade, para testar e me admirei…muito boa!

Sopa de coco e cogumelos (30min)

  • 1 xic caldo de legumes
  • 800ml de leite de coco
  • 1 colher de sopa de cebola roxa em fatias muito finas
  • 1 colher de chá de gengibre ralado
  • 400g de cogumelo shiitake em tirinhas, sem os cabinhos
  • 2 pimentas vermelhas picadinhas
  • 2 tomates sem, sementes, em cubinhos
  • 1\2 pimentao vermelho, sem sementes e filamentos, em cubinhos
  • 2 colheres de sopa de cebolinha picada
  • 2 colheres de sopa de folhas de hortela picadas
  • 4 colheres de sopa de coentro picadas
  • 2 colheres de cha de capim limao em rodelinhas finas
  • sal
  • suco de 1 limao

Aquecer o caldo de legumes, o leite de coco, a cebola, o gengibre e os cogumelos em uma panela.

Deixar ferver por uns 2min, adicionar o suco de limao, a pimenta, o tomate, o pimentao e as ervas.  

Acertar o sal e servir

17/11/2008   Sem comentários

Quer ver vídeos de Yôga?

No blog Yôga em Movimento tem!

Vídeos de Yôga atualizados diariamente, com entrevistas, coreografias,mantras e eventos.

Editado pelo Instr. Daniel Tonet da Uni-Yôga Goiânia.

Aproveite para para conhecer o site yoga-go.com.br.

Indico abaixo alguns artigos deste site, rs…inclusive um meu :)

17/11/2008   1 comentário

O que é a Universidade de Yôga?

Será que você sabe exatamente o que é a Universidade de Yôga?

Leia sobre isso no blog da Uni-Yôga Alto da XV

11/11/2008   1 comentário

Pújá e ação efetiva

bailout - it's the homeowners in that are in distress
Creative Commons License woodleywonderworks

O primeiro post que escrevi, quando iniciei este blog, foi sobre Pújá: Pújá – Uma prática universal

Expliquei, na época, que escolhi primeiramente este tema, porque o pújá é a parte da prática de SwáSthya Yôga pela qual nutro mais carinho, e continua assim. Tanto que hoje, lendo o swasthya.marcocarvalho.com escolhi um post para linkar que completa e apresenta muito mais detalhadamente o que apontei.

No caso, este post explana mais a questão efetiva do púja, leia um trecho abaixo:

Honra, reverência, homenagem a alguém que o antecedeu. Estas são algumas traduções e possibilidades de pújá. O termo báhya designa: parte externa, exterior, algo do lado de fora. O termo manasika designa algo feito ou concebido somente em nossa mente. Bháva é o sentimento que confere poder a ação que esteja fazendo, literamente designa: existir, tornar a ser, tornar verdadeiro, verdade (no sentido de existência). Pronto assim temos todos os termos que irei usar daqui para frente.

Por que fazer ação efetiva (báhya pújá)

Antes, o báhya pújá era utilizado somente em ocasiões especiais: aniversários, comemorações, etc. Mas com o tempo, vimos que o praticante achava que só precisava mentalizar e pronto, o seu compromisso já estava concluido.

Algo como se eu rezar bastante vou passar no vestibular, mas não estudo nada, só rezo. Que efeito isso tem? Para tentar resolver isso, começamos a estimular dentro do anga pújá do sádhana ortodoxo a ação efetiva, o báhya pújá.

Leia mais sobre pújá efetivo clicando aqui.


2/11/2008   Sem comentários

Tirar um tempo só para você: Interessa????

Com certeza a maioria das pessoas respoderia de imediato que sim.

Desta maioria quantas já tiram esse tempo?

Certamente poucas.

Das que tiram um tempo só para si, será que entenderam o “só para si” da forma como imaginei quando formulei a pergunta?

Provavelmente não.

Quando falamos com as pessoas sobre o tema, não raro podemos perceber que elas incluem aí ler um livro, viajar, ver um filme, fazer massagem, ir ao esteticista, ao cabeleireiro, fazer um curso de algo que gostem…

E não digo que isso não seja bom.

Já é muito bom quando uma pessoa sabe usar parte do seu tempo para interesses puramente pessoais, deixando um pouco de lado trabalho, rotina, stress.

Mas, acho que não se deve parar por aí.

Quando fiz a pergunta não pensei em entretenimento nem em diversão.

Pensei em momentos dedicados para si.

Sem relação alguma com um outro… seja este outro um livro, ou um filme.

Sem exposição à mais estímulos externos do que aqueles que já atuam em nós.

Conheço muita gente que sai semanalmente com os amigos, que vai ao cinema, ao teatro, que vai para a praia rotineiramente e faz tudo isso de forma tão dispersa que não posso considerar estes momentos como “tempo para si” no sentido de que falo.

Falo de alguns instantes para se ficar sozinho mesmo.

Instantes de pura auto observação, auto-estudo e autoconhecimento.

Instantes exclusivamente seus.

Para muitos, pode ser, que isso não interesse mesmo. Pode ser que não se veja nisso algo de interessante. É uma posição válida.

Mas, de minha parte, pelo que ja vivenciei a partir disso, posso dizer: não quero que nenhum dia da minha vida se passe sem que eu possa tirar um tempo só para mim, nem um só!

É a partir disso que se pode mais facilmente evoluir, aprender, reprogramar-se mudando o curso, para melhor, daquilo que fazemos com nossas vidas.

Coisas que não se conquistam com entretenimento e diversão, mesmo que isso seja positivo para que se melhore a qualidade de vida individual.

Tenho minha rotina, tenho meu tempo de entretenimento e diversão mas repito que: acho que não para por aí.

Tenho meu tempo para dedicar a um processo de aprimoramento pessoal.

Se neste momento alguém pensar que é porque eu tenho tempo para isso, prontamente digo, já não tive…

Mas, priorizei em minha rotina esse objetivo: tempo para me desenvolver. (Na realidade a forma urgente e forte como isso se apresentou para mim fez com que até minha rotina se alterasse completamente. Para que todos os meus atos rotineiros estivessem completamente integrados com esse objetivo. Mas não precisamos ir tão longe, isso foi uma escolha pessoal…da qual não me arrependo nem um pouco)

E a questão aqui não é o tempo para destinar a isso, mas à forma como o consideramos mais ou menos importante. Se for importante mesmo o tempo surgirá… por uma simples questão de priorizar essa atividade.

No meu caso, faço isso de forma direcionada, metódica, com as práticas diárias de SwáSthya Yôga.

Existem outras formas de fazê-lo, não nego, inclusive sem um método definido.

Falo agora para as pessoas que já se interessam pelo assunto, para aquelas que já compreendem a importância e o prazer de poder se dedicar ao um processo de autoconhecimento.

Apresento uma percepção apenas do método que pratico, porque já o escolhi, considerando-o o melhor para mim (a partir da comparação com outros métodos e também pelo reconhecimento do progresso intenso, efetivo e seguro que posso notar com o método adotado).

Vejo o sádhana, a prática metódica e direcionada, como um momento de contato com o que sou, emocionalmente, mentalmente e por aí vai…

Instantes de pura observação.

Observação das minhas reações aos estímulos em todas essas áreas já citadas acima, e ainda a física…a energética…

Um tempo para reeducar ou corroborar essas reações. Percebendo como já ocorrem. Se ocorrem de forma satisfatória, ou se é necessário modificá-las.

Algo necessário para que eu possa cada vez mais me transmutar naquilo que considero louvável e bom, éticamente, fisicamente, emocionalmente, energéticamente, intuicionalmente…

Se você já faz o mesmo que eu fica aqui um empolgado estímulo: faça cada vez mais! faça cada vez melhor! apaixone-se mais por esse processo, entregue-se completamente!

Se você ainda não o faz, mas interessou-se, digo: priorize! arrume tempo para si! Digo por experiência que não irá se arrepeder nem um pouco. Que a partir disso irá ter ainda mais estrutura para fazer todas as outras coisa melhor…com mais atenção com mais foco…com mais bháva!

Se você nem se interessou, pergunto: não será agora uma boa hora para entender por que você ainda não é o foco da sua própria existência?

Se não for uma boa hora ok! Prossiga…

Se em outra oportunidade esta questão se colocar, você já sabe que tem, bem aqui, uma indicação de por onde começar!!!!

Indicação de Método: Swásthya Yôga – Yôga mais completo do mundo, Ultra-Integral, baseado em raízes muito antigas.

Indicação de curso: Agora-Um tempo pra você, com o Professor Ricardo Mallet

Indicação do que fazer por enquanto: Leia o post Prazer e atenção

Mas não demore muito! Temos bastante tempo pela frente, mas não sabemos quanto!

2/11/2008   1 comentário

Será possível unir ao trabalho satisfação, realização e alegria?

Technical Office
Creative Commons License Wonderlane

Veja abaixo o interessante texto que trata da relação entre vida pessoal, satisfação e trabalho.

Escrito pelo Instrutor Rodrigo De Bona, de SC no site Livre Pensar do Yôga.

Disponibilizo aqui um trecho:

A relação do trabalho com a vida particular é curiosa. A maioria das pessoas trabalha, tem sua vida pessoal, seus momentos de lazer, tudo isso de forma separada, isolando um momento do outro.

– Agora estou trabalhando.

– Agora vou para casa.

– Agora estou me divertindo.

– Agora vou meditar.

– Agora vou transar.

Um modelo de vida que reúna tudo isso, ao mesmo tempo, no mesmo lugar, com as mesmas pessoas, é o ideal?

É possível manter uma disciplina, um estilo, uma filosofia de vida, um trabalho, que seja doação, realização, prosperidade, felicidade, diversão, tesão, educação, transformação e evolução em um só tempo, em um só espaço?

É possível. Mas para isso temos duas barreiras imensas.

O paradigma… E o medo.

O paradigma é o modelo vigente, é o que todo o mundo faz e é como sempre foi feito. É “estude, tire boas notas, consiga um emprego seguro, garanta uma boa aposentadoria, case-se, tenha filhos, compre sua casa própria financiada, uma casa na praia, se possível, um carro novo, e passe suas noites e fins de semana bebendo e assistindo à televisão.”

Nesse paradigma, é quase inconcebível unir trabalho e prazer. No final do expediente você vai para casa, ver a novela das oito, e se um colega ou o chefe ligar para falar de trabalho, você diz “agora não, estou de folga”.

O medo, por sua vez, decorre do paradigma. “Se todo o mundo faz assim, eu não vou ser diferente”. “É muito arriscado, não é seguro”. O medo em si não é um problema. O medo é o que nos mantêm vivos e faz com que não ultrapassemos nossos limites, não nos joguemos na frente de um carro em alta velocidade para ouvir o barulho da freada. O problema é o excesso de medo, é o medo prévio, o medo como trava à evolução pessoal, profissional, afetiva… enfim, humana.

Chegamos mesmo ao cúmulo de ter medo de sentir medo!

Todos esses medos impedem que pequenas mudanças sejam implementadas em nossas vidas, e o somatório dessas pequenas mudanças poderia transformar a nossa existência, passando de um estado de miséria existencial para outro de graça biológica.

Pequenas mudanças comportamentais diárias produzem um efeito acumulativo muitas vezes imperceptível para quem conosco convive, e geram uma espiral ascendente de evolução e autoconhecimento.

E essas mudanças são possíveis!!! Para cada mudança desejada podemos aplicar determinadas técnicas biológicas que produzem metamorfoses internas muito profundas. Podemos afetar nosso sistema emocional com uma simples respiração profunda. Podemos interceder em nossa estrutura fisiológica realizando certos movimentos e permanecendo neles algum tempo. Podemos ampliar a percepção interna e externa mantendo o foco da atenção em um único pensamento.

Continue a leitura clicando aqui.

31/10/2008   1 comentário

Prazer para os olhos: beleza

Imagens do site do fotógrafo Kenneth Parker

31/10/2008   Sem comentários

Mais um momento feliz entre amigos

Mais um momento de vivência da quinta característica do SwáSthya Yôga: sentimento gregário.

Desta vez no sat chakra interunidades na sede champagnat.

Veja aqui tudo o que aconteceu!

31/10/2008   Sem comentários