Tomando as rédeas
Trechos interessantes que li em um post à respeito da crise financeira dos EUA: A crise financeira nos EUA e a domesticação humana.
ESPIRAL PARA CIMA OU PARA BAIXO
Você tem duas opções: ir para baixo ou ir para cima. Ir para baixo é deixar que os outros decidam quando você vai entrar em crise ou quando você vai se divertir, já ir para cima é fazer com que as coisas acontecem e criar crises imensas em todas as áreas da sua vida porque você está querendo fazer somente aquilo que ama. Você tem o poder de decidir ser quem você quer ser e não eu, e não o governo e não o Bush.
…
SÃO NOS MOMENTOS DE CRISES QUE MAIS CRESCEMOS
Da próxima vez que você estiver em crise ou que o seu mundo entrar em colapso, encare isto como uma oportunidade real de crescer, mas reflita bem sobre quem provocou essa crise. Se foi você que mudou de cidade, se foi você que decidiu abrir um negócio e se foi você quem decidiu terminar o casamento, tudo bem. Agora se foi “o mundo”, então prepare-se, pois dessa crise você não saberá sair.
Por Marcos Rezende do blog Insistimento
Bom para refletir sobre as possíveis formas de se encarar uma crise, reagindo ou agindo…
Independentemente do tamanho, ou aparente tamanho de um colapso, sempre existe uma forma mais autônoma de se posicionar.
Tornando-se mais consciente e usando as ferramentas disponíveis no momento, mesmo que escassas; ou usando a crise como desculpa para estagnar ou até mesmo involuir com uma boa justificativa externa.
Questão de escolha… ou melhor, questão de auto-suficiência.

5 comentários
Oi Júlia! Que bom que gostou do artigo e inclusive o utilizou para demonstrar sobre as nossas opções de escolha que temos ao longo da vida. Focar em si mesmo e na sua “postura” em relação ao que acontece fora de você fundamental para uma vida saudável e cheia de realizações positivas.
Oi, Bê!
Que legal que já está fazendo coleguinhas na blogosfera!
Mas é o seguinte:
Na última sexta-feira, formei-me no Curso Seqüencial de Yôga pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. (Eu sei que você sabe disso! Hehehe! Só estou fazendo a divulgação!)
Esta é a primeira turma do primeiro curso do gênero no mundo e um fato que pode colaborar muito na regulamentação da profissão.
Leia mais sobre isso:
http://eupraticoyoga.com/2008/10/06/formatura-da-primeira-turma-do-curso-superior-de-yoga-na-uepg/
Se puder divulgar isso em seu prestigioso blog (pode me indicar quem fez ele pra você? esse cara é muito bom), será muito importante…
Beijos! Amo! Amo! Amo!
[...] Um tempo para reeducar ou corroborar essas reações. Percebendo como já ocorrem. Se ocorrem de forma satisfatória, ou se é necessário modificá-las. [...]
[...] Existem outras formas de fazê-lo, não nego, inclusive sem um método definido. Falo agora para as pessoas que já se interessam pelo assunto, para aquelas que já compreendem a importância e o prazer de poder se dedicar ao um processo de autoconhecimento. Apresento uma percepção apenas do método que pratico, porque já o escolhi, considerando-o o melhor para mim (a partir da comparação com outros métodos e também pelo reconhecimento do progresso intenso, efetivo e seguro que posso notar com o método adotado). Vejo o sádhana, a prática metódica e direcionada, como um momento de contato com o que sou, emocionalmente, mentalmente e por aí vai… Instantes de pura observação. Observação das minhas reações aos estímulos em todas essas áreas já citadas acima, e ainda a física…a energética… Um tempo para reeducar ou corroborar essas reações. Percebendo como já ocorrem. Se ocorrem de forma satisfatória, ou se é necessário modificá-las. [...]
[...] Existem outras formas de fazê-lo, não nego, inclusive sem um método definido. Falo agora para as pessoas que já se interessam pelo assunto, para aquelas que já compreendem a importância e o prazer de poder se dedicar ao um processo de autoconhecimento. Apresento uma percepção apenas do método que pratico, porque já o escolhi, considerando-o o melhor para mim (a partir da comparação com outros métodos e também pelo reconhecimento do progresso intenso, efetivo e seguro que posso notar com o método adotado). Vejo o sádhana, a prática metódica e direcionada, como um momento de contato com o que sou, emocionalmente, mentalmente e por aí vai… Instantes de pura observação. Observação das minhas reações aos estímulos em todas essas áreas já citadas acima, e ainda a física…a energética… Um tempo para reeducar ou corroborar essas reações. Percebendo como já ocorrem. Se ocorrem de forma satisfatória, ou se é necessário modificá-las. [...]
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